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Arimatéa Souza

sábado, 22/06/2019

“A hora da festa”

Recado ao ´superministro´

Em entrevista ao ´Estadão´, o líder do Governo na Câmara Federal, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), afirmou que “não adianta o Paulo Guedes (ministro da Economia) fazer beicinho. O que adianta é aprovar uma reforma (previdenciária) realista, mesmo que mais modesta”.

“É um discurso no deserto. Não aterroriza ninguém, não sensibiliza ninguém”, grifou sobre Guedes.

´Plano B´

Para o paraibano, “a reforma da Previdência que pode ser aprovada não será a do governo. Será uma outra, que estamos construindo, com um impacto fiscal, em dez anos, entre R$ 600 milhões e R$ 800 milhões.”

Outra cutucada

“Se o Paulo Guedes quiser sair (do governo) não tem problema, o presidente mesmo já disse que a porta está aberta”, instigou.

´Parto´

O deputado ressaltou que conseguir 308 votos “é uma difícil construção cirúrgica”.

Perdido

“O governo não ajuda muito, porque o presidente Bolsonaro tem boa intenção, mas não tem projeto e não tem foco”, emendou.

Relativização

Aguinaldo enfatizou que “a aprovação da reforma da Previdência não será a salvação da lavoura, como o governo está anunciando”.

Não está…

O ex-secretário de Obras de Campina Grande, André Agra – auditor concursado do Tribunal de Contas do Estado -, já não está com uma postura irredutível acerca de postular um mandato eletivo.

… Descartado

Em declarações recentes à Rádio Caturité, ele disse que uma eventual candidatura – a prefeito, por exemplo – “precisa ser desejada; precisa ser viabilizada pela cidade. Não é algo que simplesmente se decida; é algo que precisa de apoio, de engajamento, e de propostas. E assim a gente tem que aguardar o futuro”.

Convalescença

Rivaldo Rodrigues, coordenador do Procon em Campina Grande, recebeu alta hospitalar no dia de ontem.

Ele sofreu um infarto esta semana e teve que passar por um procedimento cirúrgico.

Internado

Quem ainda está hospitalizado – previsão de alta para a próxima semana – é o padre campinense Lourildo Soares, devido a uma virose.

Mas já deixou a unidade semi-intensiva do hospital.

Dissociar

O Exército não quer seus militares tratando de assuntos institucionais pelas redes sociais.

Uma portaria a ser publicada pela força terrestre, conforme o jornal Valor Econômico, exigirá desvinculação dos perfis pessoais ao da instituição.

Aprovou

Está muito bem organizada (e bem localizada) a edição deste ano do Salão do Artesanato, em Campina Grande.

Janela que…

A Rede Paraíba de Comunicação anunciou ontem a desativação da produção local, em Campina Grande, dos programas Globo Esporte e JPB 1ª edição, o que se constitui numa péssima notícia para o mercado de trabalho e mercado publicitário da cidade.

… Se fecha

O fato comporta inevitavelmente duas óticas distintas: a supressão de muitos postos de trabalho de um lado, com os seus efeitos sociais e econômicos.

Conjuntura

Mas igualmente cabe pontuar que nenhuma empresa ou empresário toma uma medida dessa natureza com satisfação, mas guiado inapelavelmente pelas circunstâncias.

Sábado é dia de poesia

“… Fiz uma fogueira, e a noite inteira/ E a noite inteira esperei você/ De amor perdido, coração ferido, por meu bem querer…” (Antonio Barros, compositor).

Desabafo

Esta semana, em sessão do Legislativo campinense, o vereador Pimentel Filho (PSD) delimitou o seu relacionamento com o governo municipal: “Porque eu sou governo, não sou obrigado a aceitar o que vem de lá (…) Isso eu não abro mão para ninguém! Para ninguém (repetiu)”.

A caminho

O governo federal vai concluir, no segundo semestre, uma proposta de reforma administrativa do funcionalismo.

Inspiração

A ´tese´ é melhorar a produtividade dos servidores públicos e reduzir os custos fiscais da folha de pagamentos da União.

Meta

Segundo o jornal Valor Econômico, um dos objetivos que já está mapeado no trabalho em curso, ainda está em fase inicial, é elevar a distância entre salários de entrada e de fim de carreira dos servidores, principalmente pela redução dos ganhos iniciais.

Enxugamento

O outro é promover uma significativa redução no número de carreiras do Poder Executivo, diminuindo a pulverização de cargos e situações de redundância entre órgãos do próprio governo.

Em gestação

Sem muito alarde, uma fatia expressiva no Congresso Nacional aproveita o inferno astral do ex-juiz Sérgio Moro para tentar modificar aspectos da legislação penal brasileira, entre os quais a questão das delações.

Atenuando

“Se há questões na lei de delações que devem ser modificadas, não vejo problema em serem discutidas”, suavizou o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Chance rara

O deputado Lincoln Portela (PL-MG) foi direto ao ponto em entrevista à revista Época: “É uma oportunidade maravilhosa. Se você não pegar agora, velho, você é muito burro! Agora é a hora da festa. Se o ´Centrão´ quiser, temos corpo para isso”.

Quando o PSB/JP começará a tratar da sucessão pessoense?...
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