Vigilância em Saúde campinense aponta maior incidência de doenças infectocontagiosas

Da Redação*. Publicado em 1 de julho de 2021 às 10:17.

Foto: Leonardo Silva/Paraibaonline

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Com a chegada do inverno, o número de casos de pessoas infectadas e aumento da proliferação das chamadas arboviroses tende a subir, conforme explicou em entrevista à Rádio Caturité FM, nesta quinta-feira, 1°, o diretor de Vigilância em Saúde de Campina Grande, Miguel Dantas.

Segundo ele, isso pode ser atribuído inicialmente à incidência de chuvas, que na região da Rainha da Borborema nem sempre acontece de forma bem definida. Campina, ainda segundo ele, está em uma região onde não temos as quatro estações bem definidas e, com isso, sempre há essas irregularidades de chuvas.

– No nosso município as equipes da Vigilância precisam estar atentas e com esse monitoramento praticamente de janeiro a janeiro e de domingo a domingo. Mas, neste período, nós nos deparamos com um clima mais frio e úmido e isso propicia uma maior incidência de doenças infectocontagiosas – comentou.

Questionado sobre as definições dos chamados carros de “fumacê”, plano de rotas desses veículos, Miguel contou que existe toda uma cartilha que norteia as visitas. Segundo ele, além dos próprios carros há também as ações com equipamentos de dedetização que os agentes transportam nas costas, que são usados em locais em que o veículo em si não consegue chegar.

– Temos um cronograma e um número de bairros, inclusive o número de localidades está sendo ampliado. Porém, a frequência dessas ações são definidas justamente pelos índices de infestação predial, ou algum caso de infecção em determinadas áreas. As ações estão sempre acontecendo – garantiu.

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