Saiba como está funcionando a marcação de cirurgias eletivas em Campina Grande

Da Redação. Publicado em 9 de julho de 2021 às 15:58.

“As cirurgias eletivas que ocorriam no Hospital Pedro I foram transferidas, em uma parceria entre a Secretaria Municipal de Saúde de Campina Grande e os hospitais da Clipsi e Dr. Edgley, que estão disponibilizando essa cirurgias à população desde o início do ano”.

O esclarecimento partiu do diretor do Complexo Hospitalar Pedro I, Tito Lívio, durante participação na CBN FM. Na ocasião, ele disse que, apesar de boa parte da população não saber ou ficar receosa de procurar o serviço, já ocorreram mais de 200 cirurgias eletivas.

Dentre os principais procedimentos estão: cirurgias de cálculo na vesícula, cirurgias de hérnia, histerectomia. Pequenas cirurgias também são feitas, como: remoções de sinais, cistos, vasectomia, entre outras.

Foto: Reprodução/TV Paraíba

Foto: Reprodução/TV Paraíba

O processo de atendimento, por sua vez, segue uma escala até chegar no procedimento de fato, de acordo com o gestor.

“Os pacientes vão aos Postos de Saúde ou à Policlínica e o médico solicita a avaliação do cirurgião geral. A Secretaria o encaminha para o cirurgião geral, nós do Pedro I temos uma ambulatório de cirurgiões gerais todos os dias, que fazem esse atendimento […] O paciente é atendido, tem seus exames avaliados, passa ainda por uma consulta com o anestesista, que é de extrema importância, e só assim a cirurgia é marcada”, explicou.

Sobre a avaliação ocorrer no Pedro I, que é referência no tratamento da Covid-19, Lívio tranquilizou as pessoas destacando que esses cirurgiões não têm contato com os pacientes acometidos pelo coronavírus, ficando em uma região anexa ao hospital, mais próximo da área administrativa.

Em relação à média de espera para os procedimentos, o gestor destacou que há uma média de 15 dias entre marcar a cirurgia na avaliação do Pedro I e fazer o procedimento em si e antes disso, há cerca de 15 dias também, entre o tempo do primeiro contato com o Posto de Saúde e o repasse e o encaminhamento da Secretaria de Saúde.

“No começo do ano tivemos uma demanda reprimida, então houve uma procura grande. Notamos que agora essa procura diminuiu bastante. Na Clipsi são feitas, em média, três cirurgias pela manhã e no Doutor Edgley uma média de três a cinco por dia também, totalizando de 8 a 10 cirurgias ao dia, entre de maior e menor porte”, finalizou.

 

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