Colunista detalha auditoria da CGU sobre vacinas na Paraíba

Da Redação. Publicado em 2 de junho de 2021 às 22:25.

Foto: Ascom

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Em atendimento à solicitação dos Ministérios Públicos Federal e do Estado, a Controladoria Geral da União promoveu um auditoria sobre os quantitativos de doses repassadas pelo governo estadual aos municípios paraibanos.

O ´marco zero´ dessa solicitação foi uma pública e reiterada denúncia do prefeito Bruno Cunha Lima (PSD), segundo a qual Campina Grande estaria sendo prejudicada nessa distribuição.

A Nota Técnica da CGU dissipa essas dúvidas.

Eis alguns trechos do documento de seis páginas.

“Verifica-se que o total de doses de vacinas remetidas a Campina (até o dia 14/04/2021), segundo dados do Sistema de Informação de Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, corresponde exatamente ao total de doses efetivamente registradas nas notas de remessa de imunizantes recebidas pelo referido município (83.268 doses), de acordo com o batimento realizado entre a 3ª Gerência Regional de Saúde do Estado e a Coordenação Municipal de Imunização de Campina, inexistindo a aludida diferença de 3.489 doses (alegada).

“Convém registrar que, realizada auditoria nos quantitativos de vacinas registradas como enviadas pela SES/PB e os quantitativos recebidos por Campina Grande, não foram encontradas divergências no número de doses de vacinas enviadas àquele município.

“Conclui-se que não existem divergências entre o quantitativo de imunizantes enviados a Campina Grande e os dados registrados no Sistema de Informação de Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde.

A auditoria da CGU também se debruçou sobre os repasses às demais cidades paraibanas e atestou que “não foram encontradas evidências de que esses municípios tenham sido beneficiados ou prejudicados indevidamente, assim como não foi evidenciada a quebra da proporcionalidade das doses distribuídas no Estado nos casos de envio a maior de doses para outros municípios por arredondamentos”.

A CGU também realça que além de Campina, mais 182 cidades do Estado solicitaram (e foi aprovada) a alteração na estimativa de trabalhadores de saúde do grupo prioritário.

No caso de Campina, subiu de 11.863 para aproximadamente 21 mil trabalhadores de saúde.

*com informações da coluna Aparte, assinada pelo jornalista Arimatéa Souza

Para ler a coluna completa desta quarta-feira, acesse aqui:

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