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Secretário explica vacinação com o imunizante da Pfizer

Da Redação. Publicado em 3 de maio de 2021 às 17:02.

“Houve apenas um pequeno atraso na logística do Ministério da Saúde. Nós recebemos no sábado à tarde as 5.800 doses da Coronavac, e o hoje a tarde estaremos recebendo 113 mil da Astrazeneca e mais 8.190 da Pfizer”.

A explicação partiu do Secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, durante entrevista à CBN FM, e diz respeito à previsão que a remessa de mais de 100 mil doses de imunizantes contra à Covid-19 iriam chegar no último sábado (1).

Após sanar a dúvida do imprevisto na logística, o secretário explicou como funcionará a aplicação da vacina Pfizer, novidade nos imunizantes já manipulados no Brasil.

Inicialmente, ele destacou que por ter um acondicionamento diferente das outras, necessitando de uma temperatura muito baixa para conservar, as doses serão aplicadas, preferencialmente, em Campina Grande, João Pessoa e Cabedelo, que já afirmaram ter estrutura suficiente para a conservação.

Foto: Secom/ PB

Foto: Secom/PB [arquivo]

“A imunização é feita com duas doses, assim como as demais vacinas. A primeira dose é feita e a segunda vem 21 dias depois. Ela será aplicada no grupo de comorbidade, e com uma aplicação mais ágil possível por conta da manutenção da temperatura”.

Ainda na questão da conservação, Geraldo enfatizou que entre +2 e +8 graus, temperatura normal de uma geladeira, a vacina pode permanecer até 5 horas. Já entre -15 e -25 graus esse prazo torna-se 14 dias.

“O Estado avaliou todas essas estruturas, e, inclusive, receberá do Ministério da Saúde seis ultra freezers, porque nós teremos de 100 a 200 milhões da Pfizer ao longo do ano e daí a necessidade da infraestrutura”, finalizou.

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