Secretário executivo fala sobre parceria com PMCG no combate à pandemia

Da Redação. Publicado em 19 de maio de 2021 às 21:42.

Foto: Secom/PB

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“Tempos de crise e dificuldade exigem o máximo de união e esse é o propósito do prefeito [de Campina Grande] Bruno Cunha Lima, do governador [da Paraíba] João Azevêdo, do secretário de Saúde Filipe Reul, do secretário de Saúde Geraldo Medeiros e o meu”.

A afirmação partiu do secretário executivo de Saúde da Paraíba, Daniel Beltrammi, durante sua visita à Campina Grande. Na ocasião, ele justificou a presença na cidade pontuando a intenção em construir uma agenda conjunta para proteger a vida dos paraibanos e paraibanas.

“O Complexo Agreste Borborema passa por um momento difícil, são 163 cidades na Paraíba com bandeiras laranja e vermelha, o novo decreto foi feito para dialogar com essa situação”, completou.

Outro ponto destacado pelo gestor para unir forças com o município foi a situação de transmissibilidade do vírus no Estado que, segundo ele, é bastante preocupante. Nessa somatória de forças ele enfatizou ainda que a regulação de leitos agora é feita pelo Estado.

“A quantidade de leitos em Campina é suficiente e muito importante, agora o Estado opera a regulação dos leitos covid não só em toda região, mas em todo o território estadual, e isso vai nos ajudar sim fazer com que as pessoas que precisem de leitos passam ter acesso em tempo oportuno”, ponderou.

Por fim, Beltrammi reforçou o apelo à população que não deixem de se cuidar e cuidar dos seus, seguindo, os já amplamente divulgados, protocolos sanitários, como o uso de máscara, o distanciamento social, dentre outros, uma vez que, mesmo o Estado dando um retorno no número de leitos e abrindo mais, fatores como o número de profissionais da saúde disponível também devem ser levados em consideração.

“A ativação de leitos é muito grande, mas precisamos lembrar que existe limite. Às vezes não só o da cama, ventilador e monitor, tem a questão de profissionais em saúde disponíveis para fazer essa cobertura. São mais de 14 meses dedicando suas vidas a cuidar dos demais e a gente precisa também tomar as medidas de proteção, hospital é para quando tudo que não deveria acontecer aconteceu”, finalizou.

* As afirmações foram repercutidas na Rádio Panorâmica.

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