Polícia cumpre mandado contra acusado de matar e enterrar corpo em Bayeux

Da Redação com Secom/PB. Publicado em 5 de maio de 2021 às 18:22.

A Polícia Civil da Paraíba cumpriu, nesta quarta-feira (5), mandado de prisão decretado contra o acusado de matar Eric Neviano Veríssimo de Oliveira e enterrar o corpo dele na cidade de cidade de Bayeux, na região metropolitana de João Pessoa.

O crime foi registrado em 20 de março de 2020. Após os delitos, o suspeito fugiu para Pernambuco, onde foi preso por tráfico de drogas.

O trabalho de busca e localização do foragido foi realizado por equipes que compõem o Núcleo de Homicídios e a Força-Tarefa criada na Delegacia Seccional de Bayeux para investigar os crimes dessa natureza na região.

Segundo informações do delegado Ragner Magalhães, que integra a Força-Tarefa da Delegacia de Bayeux, o foragido foi localizado no município de Santa Cruz do Capibaribe (PE) e já se encontrava recolhido no presídio local pela prática do crime de tráfico de drogas. O trabalho teve apoio da Polícia Civil de Pernambuco.

“Além do mandado de prisão, as nossas equipes também cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao foragido, em Bayeux. Os mandados foram expedidos pela Comarca de Bayeux (1ª Vara Mista), após parecer favorável do Ministério Público da Paraíba”, afirmou Magalhães.

Foto: reprodução

Foto: reprodução

Ainda de acordo com o policial, a vítima foi atingida por disparos de arma de fogo e foi enterrada numa comunidade conhecida como “Coxeiras”, em Bayeux. Para evitar que a polícia descobrisse o crime, o acusado se esforçou muito para ocultar o cadáver.

“Inicialmente, o corpo foi enterrado. Depois, desenterrado e lançado em um barranco coberto por vegetação rasteira e arbustiva, nas imediações das margens do Rio Paraíba. Após a descoberta e o acionamento da Polícia, a perícia atestou que o cadáver apresentava adiantado estágio de decomposição”, acrescentou.

“A vítima utilizava um cordão de prata, o qual foi subtraído após a sua morte. O suspeito preso foi visto usando esse acessório, dias depois do fato, inclusive postando fotos em redes sociais. A investigação ainda identificou e localizou a pessoa que comprou o referido cordão do suspeito e, após saber que se tratava de um objeto pertencente à vítima, entregou voluntariamente aos familiares”, completou Magalhães.

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