Sindicato das Escolas Particulares de Campina Grande rebate acusações de Sintenp

Da Redação. Publicado em 13 de abril de 2021 às 22:15.

Foto: Ascom

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“Nós precisamos aprender a ministrar a educação na situação de pandemia, porque essa situação deve se prolongar no mínimo pelo ano de 2021 como um todo, e muito provavelmente vai avançar o ano de 2022, porque mesmo que a vacina chegue para os grupos de risco ainda em 2021, não temos perspectiva que as vacinas cheguem aos alunos”.

A afirmação partiu do presidente do Sindicato das Escolas Particulares de Campina Grande, Paulo Loureiro, durante entrevista à Rádio CBN, em resposta a críticas proferidas pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Privado do Agreste e da Borborema, José Roberto.

De acordo com ele, há sim uma fiscalização por parte da Prefeitura de Campina Grande nas escolas.

“A prefeitura fiscalizou as escolas e a prefeitura atestou que as escolas estão preparadas para esse processo de retomada, iniciamos em outubro com o ensino infantil, a partir de dezembro retomaram as atividades as séries iniciais do ensino fundamental, e iniciamos ontem as atividades com as séries finais do ensino fundamental”.

Paulo garantiu que foram realizadas várias testagens nos profissionais da educação e que as escolas têm se preparado muito com diversos protocolos de segurança no sentido de prevenir a infecção por coronavírus.

“Os protocolos de segurança dentro das escolas são bastante rígidos, temos uma série de medidas, tais como o uso de álcool gel em todos os ambientes, a aferição de temperatura de todos, a manutenção da distância mínima de 1,5 metro em todos os ambientes, o uso de máscara, e também as bolhas sanitárias, a sala de aula com no máximo 50% da capacidade, o professor não vai interagir, do ponto de vista de se aproximar mesmo usando máscara, com esses 50% dos alunos”

O sindicalista opinou que os ambientes escolares são muito mais seguros que outros ambientes de outras atividades econômicas que estão abertas desde sempre, e enfatizou que também é feito o mapeamento dos professores e funcionários do grupo de risco para que eles permaneçam de forma remota.

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