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População deve conviver com pandemia até o final do ano, diz secretário

Da Redação. Publicado em 5 de abril de 2021 às 18:53.

Foto: Paraibaonline

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O secretário de Saúde do Estado, Geraldo Medeiros avalia que os reflexos dos últimos decretos adotados pelo governo que antecipou feriados, só serão avaliados a partir do dia 20 de abril, mas adiantou que o novo decreto editado no sábado (03), que passa a vigorar a partir desta segunda-feira (05), com a abertura dos segmentos econômicos e de eventos religiosos, só foi possível por conta da diminuição do número de óbitos e da ocupação de leitos.

Contudo, o secretário adverte que essa “abertura” as pessoas têm que ter a convicção de que haverá de se conviver até o final do ano com a pandemia.

“A pandemia não acabou e se a população não se conscientizar da importância do uso de máscara, do distanciamento social, evitando ocupar espaços com aglomeração na orla marítima, nos bares e restaurantes, no futuro teremos que tomar novas medidas e isso é o que nós não desejamos porque leva a efeitos deletérios nos segmentos econômicos”, disse.

O secretário explicou ainda porque as escolas ficaram de fora da abertura e disse que foi observado que no Hospital Valentina de Figueiredo, em João Pessoa, referência em Pediatria, houve um aumento no número de casos de crianças internadas com suspeitas da Covid-19 e, associado a isso, um percentual 3.48% de mortalidade, que é mais elevado do que de adulto, cuja taxa de letalidade é de 2.2% em todo o Estado.

“Foram esses elementos que contribuíram para que nós pudéssemos concluir pela não abertura das escolas a não ser no estilo remoto. Nesse momento, as pessoas têm que compreender que o Brasil inteiro está com uma alta circulação viral e na Paraíba não é diferente e só está atingindo o nível de estabilização agora, mesmo com o número de novos casos e de óbitos elevados”, destacou.

O secretário lembrou ainda que a vacinação ainda não surtiu os efeitos esperados e que vai levar um tempo até porque há ainda escassez de vacinas.

“Essa pandemia não vai acabar e nós teremos ainda muitas ações ao longo de 2021 para que possamos contê-la até o final do ano”, observou.

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