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Missa dos Santos Óleos em Campina Grande: “O trabalho é árduo, porém é de Deus”

Da Redação com Pascom. Publicado em 1 de abril de 2021 às 19:40.

Foto: Pascom/CG

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A Missa dos Santos Óleos foi realizada na manhã desta quinta-feira, na Catedral de Campina Grande. É a solenidade na qual acontece a benção dos Óleos Sacramentais e a renovação dos votos Sacerdotais. 

A celebração foi presidida por Dom Dulcênio Fontes de Matos, Bispo Diocesano de Campina Grande, e reuniu apenas o Conselho Presbiteral, isto é, um pequeno grupo de padres que tem a finalidade de prestarem auxílio ao Bispo no governo da Diocese. 

Por conta da pandemia, os demais padres da Diocese, juntamente dos fiéis, participaram a distância pelos meios de comunicação. 

Na celebração, os padres são chamados a renovarem os votos proferidos no dia da ordenação. 

A renovação das promessas sacerdotais é uma forma de manter a unidade do corpo eclesial. Acontece também nesta celebração, a benção dos Óleos (Catecúmenos, Enfermos e Crisma). 

Após a benção dada pelo Bispo, são distribuídos entre os padres para serem usados na administração dos Sacramentos ao longo do ano. 

Foto: Pascom/CG

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A homilia de Dom Dulcênio, dirigida aos sacerdotes nesta missa crismal, recordou a unção e a escolha de Cristo na vida de cada um deles. 

O Bispo lembrou que os padres foram ungidos duplamente, tanto na confirmação batismal, com o Santo Crisma, e ungidos no dia da Ordenação Sacerdotal, unindo-se à missão específica na vivência do sacerdócio de Cristo. 

“É bem verdade que o Cristo, pelo grandíssimo fato de ser Deus, possui os méritos desta unção. Nós, ao contrário, sem méritos algum de nossa parte, fomos eleitos por Deus e ungidos pelo Espírito de amor, gratuitamente”, disse. 

Em seguida, Dom Dulcênio questionou: “Para que fomos ungidos?” 

De acordo com o Bispo, os padres foram ungidos para uma larga atividade missionária de curar corações e reestabelecer vidas para Deus: “Pelo Sacramento da Ordem, pela unção sacerdotal, somos impelidos às ações mesmas de Cristo, o Senhor, sendo, em nome da Mãe Igreja, mãos, pés, voz, olhar e resposta a tantos quantos esperam no Cristo, com esperança ou desilusões”.

“Nunca vos esqueçais, caros sacerdotes: em vossa lida cotidianamente sacerdotal, cumpris a promessa de amor feita por Deus à humanidade, para o serviço de salvação. Friso: fostes ungidos para isso. E creio, firmemente, que o fato mesmo de serdes colaboradores de Cristo pelo mistério da unção do Espírito a vós reservada vos animará em vossa coragem, valentia e testemunho sacerdotais, consagrando a Deus corações, porque fostes ungidos para isso”, discorreu Dom Dulcênio. 

Foto: Pascom/CG

Foto: Pascom/CG

Ele terminou sua homilia agradecendo aos sacerdotes pelo empenho à causa de Deus e à igreja, e desejou coragem e pediu que todos estejam sustentados nas orações uns dos outros:

“Coragem! O trabalho é árduo, porém é de Deus. Sustetemo-nos uns aos outros nas preces e considerações, sempre eivadas pela caridade, geradora de fraternidade entre nós. Amém”.

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