Juíza decreta segredo de justiça no caso Patrícia Roberta

Da Redação. Publicado em 29 de abril de 2021 às 20:41.

Foto: Reprodução

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Uma nova etapa no caso Patrícia Roberta foi iniciada, sendo decretado sigilo nas investigações, para que estas não sejam prejudicadas. A definição foi decisão da juíza Virgínia de Lima Fernandes, da Vara de Execução de Penas Alternativas de João Pessoa.

A juíza estabeleceu a ordem durante a audiência de custódia, realizada na quarta-feira (28), que definiu a prisão preventiva de Jonathan Henrique, de 23 anos, amigo de infância e principal suspeito do homicídio da vítima.

Após ter a prisão preventiva decretada, o suspeito está na carceragem da Central de Polícia cumprindo um isolamento de 14 dias, devido a pandemia de coronavírus. Depois desse período, ele deve ser encaminhado ao presídio do Roger.

Patrícia tinha 22 anos e era natural de Caruaru, no Agreste de Pernambuco. Ela estava em João Pessoa para passar um período com o amigo, que conhecia há mais de dez anos.

Ela estava sem contato com os pais desde o último domingo (25) e seu corpo foi encontrado na terça-feira (27).

No apartamento de Jonathan foram localizados alguns objetos tidos como “perturbadores”.

Dentre os estes estão alguns escritos, incluindo uma lista com algumas metas intrigantes, como cobrir tatuagens com símbolos de ceifador e demônio, fazer curso de mentalismo, treinar artes marciais e ficar visualmente mais atraente, dentre outros.

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