Hospital Pedro I: protocolo precoce contra Covid não gerou reações adversas em pacientes

Da Redação*. Publicado em 1 de abril de 2021 às 9:54.

Foto: Codecom/CG

Foto: Codecom/CG

O diretor do Hospital Pedro I, Tito Lívio, destacou a adoção do protocolo precoce por parte da Secretaria de Saúde de Campina Grande desde o primeiro semestre do ano passado e frisou que, de acordo com a vivência clínica, é possível atestar a eficácia dos medicamentos na fase inicial da Covid-19. Ele garantiu que nenhum dos pacientes tratados com o protocolo precoce apresentou reações adversas.

Tito explicou, em entrevista à Rádio Campina FM, que a medicação é adotada nos primeiros sintomas da Covid-19 para que a replicação viral seja inibida e os resultados sejam satisfatórios. Também frisou que não adianta adotar o protocolo quando o paciente já apresenta os sintomas há muitos dias.

O diretor destacou que o protocolo não se trata apenas de medicamentos, mas sim do acompanhamento precoce junto ao paciente, com médicos, fisioterapeutas e enfermeiros. Também disse que o paciente precisa sinalizar se aceita ou não tomar os medicamentos.

– Algumas pessoas tentam demonizar o uso de algumas medicações pela falta de estudos científicos com número de evidências. Mas, no contexto de uma pandemia, não podemos esperar grandes trabalhos científicos elaborados – disse.

A respeito da ocupação do Hospital Pedro I, o diretor disse que há atualmente 115 pacientes internados com Covid-19 e, desses, apenas 45 são de Campina Grande. Ele disse que o atendimento médio do hospital é de 300 pessoas por dia e na UPA Alto Branco é de 150 por dia.

Share this page to Telegram
Matérias Relacionadas

2018 - Paraiba Online - Todos os direitos reservados.

BeeCube