Chanceler afirma que Unifacisa comprou vacinas para contribuir com imunização

Da Redação de João Pessoa. Publicado em 7 de abril de 2021 às 20:10.

Foto: Ascom

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O empresário e médico Dalton Gadelha, chanceler da instituição de ensino superior Unifacisa, sediada em Campina Grande, explicou em entrevista concedida à imprensa, nesta quarta-feira (07), que a Unifacisa não furou a fila da vacina como está sendo acusada equivocadamente. 

A Instituição ganhou na Justiça o direito de comprar 15 mil doses para imunizar gratuitamente o corpo discente e docente contra a Covid-19.

“Muito pelo contrário. Não há polêmica. A nossa ação é para ajudar, contribuir e somar com as ações do SUS no Plano Nacional de Imunização. A Justiça nos concedeu o direito de importar vacinas sem ter a necessidade de destinar ao SUS e esperar esse tempo para poder se vacinar. Se nós fôssemos esperar, não haveria mais necessidade”, destacou.

Conforme Gadelha, quem furou a fila do bom senso, da dignidade e da saúde foi o governo federal, porque a Unifacisa não está interferindo em nada do que o governo fez, e a imprensa não pode deturpar a verdade nessa situação. 

“Nós não estamos furando fila de ninguém. Isso é um termo que é utilizado para esconder o fracasso da ação médica do governo no Brasil. Tinha que ter era vacina para todos”, argumentou.

Para Dalton, o essencial era que tivessem mais pessoas com coragem, com hombridade, para utilizar todo o aprendizado visando preservar vidas, que é o seu caso. Ele citou que foi treinado a vida toda para isso, como médico. 

“Essa é a forma que eu tenho para ajudar a sociedade. Eu queria que tivesse muito mais gente para fazer isso. Todas as empresas do Brasil. As grandes corporações estão interessadas em ajudar o país, e não em subtrair. Não estou tirando o direito de ninguém”, frisou.

Segundo ele, a Covid-19 está atingindo o setor produtivo e é urgente caminhar com essa vacinação para proteger os jovens, porque hoje não existe mais diferença de faixa etária. 

“Todos estão sendo atingidos de forma universal, segundo alguns cientistas. Nós precisamos imunizar essa classe trabalhadora, de estudantes, sob pena de daqui a pouco termos um apagão de mão de obra”, alertou. 

Dalton Gadelha ressaltou ainda que a Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas tem participado de diversas ações desde o primeiro instante da pandemia, e que na Unifacisa foi criado o primeiro Centro de Reabilitação Pós-Covid para pesquisas e acompanhamento de pacientes acometidos pelo vírus. 

“Esse Centro será diferente e não vai ser só para recuperar. Nós faremos o acompanhamento do paciente durante anos, tanto do ponto de vista clínico quanto de imagem e de laboratório para se observar como essa doença vai se comportar na pessoa, porque não é só escapar dela e achar que está resolvido. Nós vamos ter pacientes com sequelas cardiovasculares, hepáticas, renais, neurológicas e tudo isso tem que ser acompanhado. A nossa preocupação é muito mais ampla”, enfatizou o chanceler da Unifacisa

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