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Bolsonaro contesta declarações de ministro e do presidente do Senado

Da Redação*. Publicado em 2 de abril de 2021 às 12:50.

Fotos: ABr

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Eis o desfecho da primeira reunião do comitê conjunto (formado na semana passada) do governo federal com o Congresso Nacional para articular as ações contra a pandemia da Covid-19.

O primeiro a falar foi o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG): “É muito importante a comunicação, que haja um alinhamento da comunicação social do governo, da assessoria de imprensa da Presidência da República, no sentido de haver uma uniformização do discurso, de que é necessário se vacinar, usar máscara, higienizar as mãos; necessário o distanciamento social de modo a prevenirmos o aumento da doença no nosso país”.

Ainda Pacheco: “Uma sugestão muito rica do senhor ministro da Saúde (Marcelo Queiroga), de aproveitar o ensejo da Semana Santa, que é um feriado que tende a estimular a aglomeração, que possa o povo brasileiro ter a consciência de que precisa fazer o distanciamento social mesmo no feriado”.

O pronunciamento seguinte foi o do paraibano ministro da Saúde: “Agradeço a citação do (senador) Pacheco em relação ao feriado. No feriado não pode haver aglomerações desnecessárias. É importante usar máscara, manter o isolamento. É importante fazer isso. Medidas extremas não são desejadas. Então vamos fazer isso”.

Presidente Bolsonaro, presidente do referido comitê, instantes depois: “Não é ficando em casa que nós vamos solucionar esse problema. Essa política (distanciamento social) ainda está sendo adotada, mas o espírito dela era se preparar com leitos de UTI, respiradores, para que pessoas não viessem a perder as suas vidas por falta de atendimento”.

“Nenhuma nação se sustenta por muito tempo com esse tipo de política. E nós queremos realmente é voltar à normalidade o mais rápido possível”, acrescentou.

Marcelo Queiroga perdeu uma boa oportunidade de entregar uma carta no Palácio do Planalto e pegar um avião de volta para João Pessoa.

Salta à vista o que muitos insistem em não querer enxergar: o presidente da República não abre mão de ´acumular´ o comando do Ministério da Saúde.

*com informações da coluna Aparte, assinada pelo jornalista Arimatéa Souza

Para ler a coluna completa, acesse aqui:

Pode dar certo? – Paraíba Online (paraibaonline.com.br)

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