Agente do Gaeco comenta operação que terminou em prisão de delegada, na Paraíba

Da Redação. Publicado em 22 de abril de 2021 às 21:25.

Foto: Reprodução

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Foi deflagrada, nesta quinta-feira (22), a “Operação Cara de Pau”, com atuação do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) e o Núcleo de Controle Externo da Atividade Policial (Ncap).

Dois mandados de prisão, um contra uma delegada e outro contra um escrivão, foram cumpridos, além de três mandados de busca e apreensão. A prática investigada é de concussão.

O promotor do Gaeco (Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado), Octávio Paulo Neto, definiu o caso como emblemático, durante entrevista à Arapuan FM.

“Demonstra que, infelizmente, o sistema de Justiça precisa ser repensado, essa me parece que é a segunda ou terceira pena em face dela, por crimes exercidos no exercício da função”, completou.

Referente a operação de hoje, ele destacou que a prisão da delegada foi preventiva e explicou que ela teria extorquido um agente da Polícia Rodoviária Federal.

“Eu fico me perguntando e imaginando o que é que uma pessoa que exerce um cargo público como esse é capaz de fazer contra um cidadão comum, se ela faz isso com um policial”, finalizou.

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