Vereador campinense critica limitação de público em igrejas e greve da Educação

Da Redação. Publicado em 4 de março de 2021 às 14:26.

Foto: Paraibaonline

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O vereador Waldeny Santana (Democratas) criticou o ponto existente no decreto municipal de Campina Grande que determina que as igrejas devem permitir apenas 50% da capacidade de pessoas em seu interior durante os cultos ou missas.

Ele declarou que os templos religiosos são um “refúgio” e não há motivos para a limitação de pessoas, tendo em vista todo o controle que já estava sendo feito após a retomada das celebrações no ano passado.

– Na igreja você tem o refúgio e existe o controle de entrada e a assepsia. Por que esse desejo desenfreado de calar a boca dos pastores, dos padres? – disse.

Waldeny criticou a greve da Educação em Campina Grande e defendeu que as aulas voltem, pois, segundo ele, o filho do pobre é o mais prejudicado.

Segundo o vereador, as pessoas precisam aprender a conviver com a pandemia, pois “a vida não pode parar”.

Ele citou que o que deve ser feito é um intensivo ato de fiscalização pelo poder público em parceria com a sociedade, que precisa tomar todas as precauções necessárias contra o coronavírus.

– Não só defendo a manutenção da abertura dos templos religiosos, como defendo o fim da greve da educação e o não fechamento do comércio – enfatizou.

O parlamentar elogiou, durante entrevista à Rádio Campina FM, a postura do prefeito Bruno Cunha Lima (PSD) de ter chamado os setores para conversar no último sábado (27) antes de assinar o decreto publicado na última segunda-feira (1).

Ele finalizou destacando que não há justificativa para a greve da Educação, assim como não há espaço para se tratar de lockdown.

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