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Especial: profissionais de Centro de Madeira campinense falam dos trabalhos no espaço

Da Redação*. Publicado em 24 de fevereiro de 2021 às 11:49.

Foto: Paraibaonline

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Um espaço bem conhecido em Campina Grande é o Centro de Madeira do bairro do Cruzeiro. Lá, uma associação de marceneiros consegue manter a sua produção em dia.

Inaugurado há 35 anos, o espaço serve de apoio para vários trabalhadores. Mas, como todo equipamento do tipo, é necessário uma manutenção regular.

Sobre isso, o diretor do Centro, Amaury Vasconcelos, comentou que as coisas ficaram um pouco mais difíceis nos últimos oito anos.

– O poder público nos ajudava com algumas despesas. Mas, nos últimos anos esse auxílio foi cortado. Porém, após isso, nós formamos um grupo onde cada membro paga R$ 35 por semana, para que possamos cobrir os custos mensais – explicou, em entrevista à rádio Caturité FM, nesta quarta-feira, 24.

Foto: Paraibaonline

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Outro papel importante do Centro de Madeira do Cruzeiro é a formação de pessoas para o trabalho com marcenaria.

– Por ano, nós costumamos formar 30 novos trabalhadores. Às vezes até crianças de rua. Nós ensinamos eles a nos ajudar e pagamos algum valor por semana para eles. Eles costumam começar apenas carregando peças, mas logo aprendem atividade logo a gente ensina – destacou.

Foto: Paraibaonline

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Trabalhando há mais de 15 anos no espaço, Francinaldo de Freitas comentou que não diferente dos outros segmentos, o da marcenaria também foi penalizado com a pandemia.

– A demanda caiu muito no começo, mas agora melhorou. Uma dificuldade ainda existente é a de preço. As madeiras que nós usamos para fazer as peças subiram quase 100%. Aí quando repassamos para os clientes, eles imaginam que somos nós que estamos aumentando. Mas, não. O material é que tá mais caro – declarou.

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