Deputado federal afirma que está se preparando para disputar o governo em 2022

Da Redação de João Pessoa (Hacéldama Borba). Publicado em 11 de fevereiro de 2021 às 18:20.

Foto: Ascom

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O deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) se diz pronto para disputar o governo da Paraíba em 2022 e afirmou que vem se preparando cada vez mais, com clareza do que quer apresentar ao eleitorado paraibano sobre suas propostas, a exemplo de saneamento básico, educação e transparência radical.

“Quero defender isso e fazer aquilo que eu acredito. Tenho plena disposição. Uma energia enorme de fazer por conta da visão das coisas que demoram a chegar, infelizmente, e a gente quer fazer parte dessa transformação. Existe uma disposição muito grande de fazer esse debate”, disse

Contudo acha muito cedo falar sobre o assunto, até porque isso deve ser dividido entre as forças que fazem frente ao governador João Azevêdo (Cidadania) que vai pleitear a reeleição, sobretudo, para a oposição que vai estar frente a uma máquina administrativa que tem força e poder.

“Com o poder na mão, João Azevêdo demonstra que consegue articular e reunir uma força política expressiva e qualquer candidatura ao governo do Estado tem que vir de baixo para cima e de fora para dentro. Tem que ter o consentimento da população e conquistar a sociedade”, avaliou.

Ele lembrou ainda que há outros nomes na oposição que também estão em jogo e destacou o do ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues.

“É um nome fortíssimo, que entregou um bom resultado em Campina, que eu aplaudo de pé, reconheço e vibro demais e mais a frente a gente vai saber onde isso vai desaguar”, destacou.

Indagado como a oposição pensa resolver essa questão dos nomes que sairão de Campina Grande, Pedro Cunha Lima disse que vem dialogando com Romero Rodrigues, até porque no processo de 2018 não foi nenhum e o PSDB já defendia a candidatura dele para a disputa do governo, mas no próximo ano, a escolha vai ter que recaír entre um dos dois.

“Temos que ter humildade, pé no chão. Temos que construir porque tudo pode acontecer. Não quero antecipar e nem carregar nenhum tipo de arrogância de que haverá um candidato de todo o jeito, mas olhando cenário de hoje, é bem provável que nós dois estejamos representando uma parcela da oposição. Existe uma sintonia entre nós dois que contribui muito e haverá maturidade para essa escolha”, assegurou.

Segundo o deputado, o que tem se garantir agora é unidade da oposição, que precisa engrossar o caldo para enfrentar uma maquina que tem força e tem desdobramentos nas eleições.

“A gente quer virar essa página, que ainda não foi virada. Ainda existe repercussão (ele se referiu a Operação Calvário). João Azevêdo chegou ao governo do Estado porque foi o escolhido do chefe da quadrilha, Ricardo Coutinho. Ninguém é doido para não entender isso”, argumentou.

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