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Vice-prefeito propõe estímulo à economia criativa em Campina Grande

Da Redação com Codecom/CG. Publicado em 21 de janeiro de 2021 às 22:13.

Foto: Codecom/ CG

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Berço de talentos criativos, seja na base cultural, com a quadrilha, o São João, ou na economia digital, com as inovações tecnológicas, Campina Grande atrai olhares do mundo inteiro. E isso tende a ficar ainda mais em evidência a partir de agora, com a elaboração de um programa municipal para estimular a economia criativa na cidade.

O assunto foi tema de uma reunião na manhã desta quinta-feira (21), que contou com a participação do vice-prefeito Lucas Ribeiro, além de diretores do Sebrae Paraíba e da Fundação Parque Tecnológico, consultores e representantes de outras instituições ligadas ao setor.

“Criatividade, empreendedorismo e desenvolvimento caminham de mãos dadas e reconhecer isso é fundamental para uma cidade que tem o potencial inovador que Campina Grande tem. É uma prova, também, de que o setor é uma alternativa viável e importante na geração de trabalho e renda para o nosso povo, principalmente agora que o mundo inteiro vivencia a necessidade de se reinventar”, destacou o vice-prefeito.

Segundo Lucas, um dos objetivos do Programa Municipal de Economia Criativa seria habilitar Campina como candidata a integrante da Rede Mundial de Cidades Criativas da UNESCO, na categoria Artes Midiáticas, que se refere à produção de artistas que criaram suas obras com novas tecnologias de mídia, incluindo arte digital, computação gráfica, arte virtual, games, robótica, impressão 3D, dentre outras.

Foto: Codecom/ CG

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No Brasil, atualmente apenas 10 municípios integram a Rede, dentre eles João Pessoa, na categoria Artesanato e Arte Popular. Conforme o diretor técnico do Sebrae Paraíba, Luiz Alberto Amorim, o selo de cidade criativa da Unesco é um reconhecimento e estímulo às cidades que buscam promover a inovação e a criatividade como motores essenciais para um desenvolvimento urbano mais sustentável e inclusivo.

Impacto econômico

Dados mais recentes divulgados pela FIRJAN (Federação da Indústria do Rio de Janeiro), mostram que o mercado de trabalho criativo no Brasil reúne 245 mil estabelecimentos e 837,2 mil profissionais, representando uma fatia de 2,61%, ou seja, cerca de R$ 171,5 bilhões do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.

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