Professores de escolas privadas campinenses repudiam volta às aulas

Da Redação*. Publicado em 28 de janeiro de 2021 às 9:19.

Foto: Ascom

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Em entrevista à rádio Caturité FM, nesta quinta-feira, 28, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Estabelecimentos Privados, Religiosos, Beneficentes e Filantrópicos do Agreste da Borborema (Sintenp), José Roberto Martins Barbosa, revelou que a frente não concorda com o início do ano letivo 2021 das escolas privadas, da forma como está acontecendo.

Para reforçar a negativa, o Sindicato divulgou uma nota (leia abaixo).

O presidente José Martins mencionou os motivos da categoria não concordar com o retorno.

– Não concordamos com a volta da forma do jeito que está acontecendo. Número de casos subindo e acontecendo o ensino presencial para os alunos. Estamos pela ciência e precisamos debater melhor uma volta mais segura – afirmou.

Ele revelou que uma reunião com todos os entes envolvidos no setor deve acontecer ainda nesta quinta-feira, 28.

– Teremos uma audiência com a Prefeitura Municipal de Campina Grande, o Sindicato Patronal e o nosso. Nós iremos cobrar o seguinte: que seja realizada uma maior testagem e que fique claro quem vai custear esses testes – descreveu.

Questionado sobre a possibilidade de os custos dessa testagem serem de responsabilidade do próprio Sintenp, o presidente afirmou que a frente não seria capaz de cumprir com esse compromisso.

– Não. Todas as receitas do sindicato foram retiradas. As escolas, mesmo não tendo deixado de receber nenhum valor, sobretudo de mensalidades e, ainda assim, atrasou alguns pagamentos. Sendo bem claro, hoje, o nosso sindicato mal consegue se manter – finalizou.

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