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Prefeito campinense endurece discurso contra o governo estadual

Da Redação*. Publicado em 27 de janeiro de 2021 às 10:08.

Foto: Paraibaonline

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O prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD), voltou a rebater algumas declarações do secretário de Estado da Saúde da Paraíba, Geraldo Antônio Medeiros, e algumas posturas do governo estadual.

A primeira resposta de Bruno foi em relação às afirmações de Geraldo sobre a realização do ‘Maior São João do Mundo’ 2021.

– Eu confesso que me pergunto o porquê dessa sanha. Fecharam os bares e restaurantes no Natal e no Ano Novo. Mas, nas antevésperas, os estabelecimentos estavam abertos. Aí eu me pergunto: o vírus só iria se disseminar naquelas datas? Porém, para que estes estabelecimentos funcionem, existem os protocolos. Então, o Estado deveria se preocupar em aumentar a fiscalização e, quem não cumprir, que seja punido. Mas não é aceitável que se puna a todos – destacou.

Outra declaração de Geraldo Medeiros foi que o prefeito estaria desinformado sobre as estratégias de vacinação do Estado. Bruno também rebateu.

– Estou extremamente informado, até porque fui o único paraibano presente na apresentação do plano de imunização ao Ministério da Saúde. Fomos os primeiros a entregar uma estratégia. A primeira cidade a entregar um plano – relembrou.

Outra crítica de Bruno Cunha Lima foi a postura de não abertura do governo do Estado ao diálogo com os gestores campinenses. Bruno reforçou ainda mais o discurso ao apontar uma suposta disparidade da quantidade de doses de vacina contra a Covid-19 que ficaram na capital, das que foram enviadas a Campina.

– Não vejo nenhum diálogo com Campina Grande. Se João Pessoa tem 800 mil habitantes e Campina 420 mil, nós deveríamos ter recebido a metade das doses que ficaram lá e não um terço delas. Não há diálogo. Só há imposição – relatou.

Ainda de acordo com o prefeito Bruno Cunha Lima, essa falta de diálogo já persiste por mais de uma década.

– Há dez anos Campina foi excluída do mapa administrativo do Estado. As portas para Campina estão fechadas há mais de dez anos e nós não podemos aceitar isso, muito menos calados – pontuou.

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