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Senador defende que Progressistas participe da chapa majoritária nas eleições de 2022

Da Redação de João Pessoa. Publicado em 26 de novembro de 2020 às 20:42.

Foto: Ascom

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Apesar de ainda nem ter terminado o processo eleitoral na Paraíba, com a disputa a prefeito de João Pessoa no segundo turno das eleições, mas o processo de 2022 já está na pauta de muitos partidos.

Entre eles, o Progressistas, que espera o resultado a partir da Capital paraibana para começar o jogo das próximas eleições majoritárias. 

O senador Diego Tavares defende que o Progressistas, por ser um dos partidos que mais cresce no Estado, tenha participação na chapa majoritária.

“Se será o deputado Aguinaldo Ribeiro ao Senado ou Daniella Ribeiro ao governo ou ainda outra candidatura que possa vir a compor qualquer que seja a chapa, ainda não temos como saber, mas pela forma como o partido vem trabalhando, eu acho que esse é um espaço que a gente almeja nas próximas eleições”, afirmou.

Indagado se esse projeto não vai chocar com dois atuais parceiros políticos: o governador do Estado, João Azevedo (Cidadania), que vai para a reeleição e o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD), que se diz disposto a entrar na disputa pelo governo da Paraíba, Diego Tavares insistiu na defesa da participação dos progressistas na majoritária.

“Nós temos quadros para apresentar tanto a candidatura ao governo quanto ao Senador da República e eu citei esses dois exemplos, que têm serviços prestados suficientes para apresentar essas candidaturas, mas primeiro, acho que a gente não pode antecipar essa composição, até pela história política da Paraíba”, avaliou.

Segundo Diego Tavares, toda vez que se antecipa uma eleição, que se fazem acordos anteriores, todos sabem que não dá certo.

Ele avalia ainda que é muito precipitado antecipar o processo e que é preciso esperar a resposta da população através de pesquisas internas, ouvir as lideranças partidárias para que se chegue a um consenso do que for melhor para as ações políticas e não para um projeto individual.

“Até porque existem vários fatores: a questão de como o gestor está sendo avaliado e as composições como são feitas. Eu digo isso pela forma como eu cheguei ao Senado Federal e a senadora Daniella, que não foi uma candidatura pensada dois anos antes. Quando ela decidiu ser candidata ao Senado, faltavam dois meses para a Convenção e quando eu fui convidado foi no dia da convenção para que pudesse compor a chapa. Antecipar demais é muito ruim”, completou.

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