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Médico fala sobre a importância da doação de órgãos

Da Redação. Publicado em 27 de outubro de 2020 às 20:15.

Foto: Divulgação

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O médico e coordenador do Núcleo de Captação de Órgãos de Campina Grande, Caio Quintas, falou sobre a importância das pessoas expressarem o desejo de serem doadores de órgãos aos familiares.

De acordo com o médico, não é necessário emitir nenhum documento em cartório expressando o desejo de ser doador.

– A doação acontece se a família do doador optar por este processo. Frisamos a importância de se declarar doador em vida. Se expressa o desejo de doar para a família e amigos não precisa está documentado em cartório como algumas pessoas pensam- disse.

A captação de órgãos pode ser realizada em pacientes com morte cerebral. Para que a doação ocorra é necessário que exames clínicos sejam realizados por dois médicos.

– O diagnóstico de morte encefálica no Brasil é dado através de um dos protocolos mais rigorosos do mundo. Obrigatoriamente temos que seguir um script que consta de dois exames clínicos que têm que ser realizados por médicos diferentes, a visão de dois especialistas diferentes sobre aquele mesmo caso. Além disso, tem que confirmar essa hipótese com exames de imagem- explicou.

Não podem ser doadores de órgãos pacientes que são portadores de doenças contagiosas transmissíveis por transplante como soropositivos para HIV, doença de Chagas, hepatite B e C; pacientes com infecção generalizada ou insuficiência de múltiplos órgãos e sistemas e pessoas com tumores malignos.

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