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Colunista destaca despedida do decano do Supremo Tribunal Federal

Da Redação. Publicado em 11 de outubro de 2020 às 20:40.

Foto: Paraibaonline

Este colunista é um admirador – há muitos anos – do ministro Celso de Mello, o decano do Supremo Tribunal Federal que se despediu por conta da aposentadoria compulsória – 75 anos.

Nele, inteligência, ética e sensibilidade brotam em volume desmedido.

Uma lacuna que demorará a ser inteiramente preenchida.

Por dever de justiça, oportunamente voltarei ao tema.

Mas, por enquanto, seguem trechos de sua breve fala de despedida ao colegiado e à opinião pública nacional, em recente sessão do STF.

Citando o escritor Rubem Alves – que resgata num de seus livros a frase de autoria desconhecida -, Celso afirmou que “descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Tenho muito mais passado do que futuro”.

Invocação ao poeta latino Virgílio: “Ele, o tempo, irreversivelmente foge”.

“(o Brasil vive) um delicado momento de nossa vida institucional, no qual se desrespeitam os ritos do Poder, no qual se diluem os limites que devem impedir relações indesejáveis entre os poderes do Estado e em que altas autoridades da República – por ignorarem que nenhum Poder é ilimitado e absoluto – incidem em perigosos ensaios de cooptação de instituições republicanas, cuja atuação só se pode ter por legítima quando preservado o grau de autonomia institucional que a Constituição lhes assegura”.

*com informações da coluna Aparte, assinada pelo jornalista Arimatéa Souza.

Para ler a edição completa, acesse aqui:
https://paraibaonline.com.br/aparte/a-seducao-da-reeleicao/

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