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Candidata a vice-prefeita em Campina critica atuação do Legislativo

Da Redação. Publicado em 28 de outubro de 2020 às 19:52.

Foto: Leonardo Silva/ Paraibaonline

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A advogada Maria Sheylla Campos de Lima, candidata a vice-prefeita na Coligação Campina Merece Ser Grande, encabeçada pelo prefeitável Olímpio Rocha (PSOL), foi a entrevistada na noite desta terça-feira no telejornal Itararé Notícias da TV Itararé (canal 18.1), que vai ao ar às 18h20.

Leia trechos de sua participação.“Minha militância no PSB vem desde 2002. O convite (para ser vice) partiu numa conversa com Olímpio, Fábio Maia e Anderson Maia nós fechamos e está dando certo. Estou ao lado de Olímpio, que é meu companheiro de trabalho, advogamos juntos.

“Eu já tenho militância nas políticas públicas voltadas para a mulher (…) Na militância do PSB, já promovi alguns cursos. Já trabalhei com Anderson Maia nas duas eleições dele (…) Não tenho experiência administrativa.

“Eu sempre trabalhei formando mulheres para entrarem no processo eleitoral.

“É claro que eu e Olímpio sempre reforçamos: estamos abertos ao diálogo (…) As parcerias irão ocorrer dentro de uma gestão mais focada para a fiscalização e para a transparência (…) Mas não estamos para retirar direito ou espaço de ninguém.

“(não provoca desgaste?) De forma alguma. Eu e Olímpio estamos disputando a eleição de Campina Grande. Como advogado, devo confessar que delação não é prova (…) Eu defendo toda a operação, mas o midiatismo atrapalha e condena.

“Os servidores públicos nos serviços essenciais são prioritários (…) Vamos dar uma enxugada, porque temos uma máquina administrativa pesada, de cargos comissionados e prestadores de serviço (…) O servidor público vai ser valorado e respeitado.

“É lei. Vivemos num país que lei se faculta cumprir (…) São viáveis.

“O problema de nossa cidade nunca foi arrecadação, mas teve gestão.

“Nós temos um Legislativo infelizmente inerte. A Câmara de Campina poderia fazer mais. Temos uma oposição silenciada (…) Acredito que com o fim das coligações (proporcionais) tem que haver uma renovação no Legislativo municipal.

“Nós temos um histórico de silenciamento dos partidos de esquerda (…) Temos ainda uma Campina puxada para o conservadorismo (…) Tudo parte do amadurecimento.

“Eu nunca tive problema no PSB. O PSB precisa rever alguns pontos, ser transparente naquilo que ele deve ser, como sempre foi (…) Muitos usam os partidos como trampolim (…) O oportunismo vem, se estabelece e sai.

“Somos a favor de todo e qualquer partido que vá contra esse conservadorismo ´nutela´, ‘fake’, do bolsonarismo (…) Estamos dispostos ao diálogo no segundo turno, queremos o melhor para Campina (…) Agora o PSOL vai fiscalizar e cobrar aquilo que pode ser melhorado”.

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