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Investigados pela Justiça vão manipular milhões em recursos públicos

Da Redação. Publicado em 27 de setembro de 2020 às 16:39.

Foto: Montagem/Paraibaonline

As executivas nacionais de (pelo menos) três partidos terão autonomia plena para decidir quais candidaturas serão destinatárias de um montante de dinheiro público que chega a R$ 285 milhões.

Essa é a soma do montante que as cúpulas do Progressistas, presidido pelo senador Ciro Nogueira (PI, foto); do PSL, liderado pelo deputado Luciano Bivar (PE, foto); e Solidariedade (SD), do deputado Paulinho da Força (SP), vão distribuir de dinheiro do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, mais conhecido como fundo eleitoral, no pleito de 2020.

De acordo com petições entregues pelos partidos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com os critérios da distribuição do fundo, as executivas nacionais do PP, do PSL e do SD informaram que o destino de R$ 140 milhões, R$ 99,7 milhões e R$ 46 milhões, respectivamente, será decidido livremente pelas cúpulas.

Nos casos de PP e SD, trata-se do total do fundo eleitoral ao qual essas agremiações têm direito, conforme informou o ´Estadão´.

No PSL, o valor representa metade da verba que será direcionada à sigla.

As três legendas referidas – e bem aquinhoadas orçamentariamente – têm peculiaridades.

Os presidentes do PP e do PSL são investigados por malversação de recursos públicos e Paulinho da Força, presidente do SD, foi condenado em junho pelo Supremo Tribunal Federal a 10 anos e 2 meses por crime contra o sistema financeiro nacional, lavagem de dinheiro e associação criminosa, por desvios de recursos do BNDES.

*com informações do estadão e da coluna Aparte, assinada pelo jornalista Arimatéa Souza

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