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Hemocentro de CG perde grande quantidade de doadores de medula

Da Redação*. Publicado em 16 de setembro de 2020 às 8:30.

Foto: Reprodução

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No primeiro semestre deste ano, o Brasil registrou uma queda de pelo menos 30% no número de doações de medula óssea, se comparado com o mesmo período do ano passado. As informações são do Registro de Doadores de Medula Óssea no Brasil (Redome).

A realidade em Campina Grande não deixa de ser diferente. Assim como diminuiu o número de doação de sangue, o registro de voluntários para doação de medula também caiu.

– É uma realidade nacional e na mesma proporção que estamos perdendo doadores de sangue, perdemos também o número de pessoas que fazem o cadastro para ser um potencial doador de medula óssea, até porque, quase sempre, quem doa sangue também realizada o cadastro no Redome. Então, com um cadastro menor, temos menos possibilidades de ajudar quem precisa do transplante – disse a coordenadora do Hemocentro Regional, Elília Pombo.

Apesar de os números não serem precisos, a diretora afirmou que antes da pandemia a média de cadastro por mês era em torno de 300 possíveis doadores, o que garantia uma média anual de 5 mil. Atualmente, o cadastro chega a apenas 80 por mês.

Para se cadastrar, é necessário ser maior de idade e ter menos de 50 anos, ter boa saúde física, tirar 10 ml de sangue e assinar uma documentação específica.

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