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Hospital de Trauma registra aumento nos atendimentos de pessoas picadas por animais peçonhentos

Da Redação. Publicado em 14 de agosto de 2020 às 22:17.

Foto: Divulgação/ Ministério da Saúde

Foto: Divulgação/ Ministério da Saúde

O número de atendimentos a pessoas que foram picadas por cobras aumentou 68,4% de janeiro até a primeira quinzena de julho deste ano no Hospital de Trauma de Campina Grande

Um balanço feito pela unidade hospitalar, aponta que 240 pacientes foram atendidos no local até o começo do segundo semestre de 2020. Enquanto no mesmo período do ano passado, 145 atendimentos foram registrados.

Ainda de acordo com o hospital, há uma alta ainda mais evidente quando os dados são comparados com as notificações de 2018, quando 94 pessoas deram entrada na unidade após terem sido picadas.

Já a quantidade de acidentes envolvendo picadas de escorpião atendidos no hospital, dos primeiros 6 meses de cada ano se manteve estável entre um período e outro. Foram 1196 pessoas atendidas após serem picados pelo inseto no primeiro semestre de 2020. Enquanto no mesmo período de 2019, 1206 pacientes foram ao hospital.

O médico clínico-geral do trauma, Lino Lima, que atende casos envolvendo animais peçonhentos,  explicou que os acidentes com animais peçonhentos são comuns nessa época do ano.

De acordo com ele, as picadas que envolvem cobras, escorpiões, aranhas e outras demais espécies de animais, tiveram um aumento devido à época fria.

“São épocas onde os animais eles saem mais dos ambientes no qual vivem e vão as casas em busca da presa. A exemplo, a questão do escorpião que procura a sua presa, que seria a barata, e que está muito presente nas casas”, explicou.

Ele destacou também que os trabalhadores da zona rural têm tido um grande índice de casos no hospital. Pois cultivam mais a sua lavoura nesse período e acabam se expondo a estes animais.

Por fim, o médico alertou que caso aconteça algum tipo de picada por animais peçonhentos, o indivíduo não deve ficar em casa, mas sim, procurar o apoio médico, ligando para o 190 ou para o Samu, que também dará orientações quanto a remoção do animal do local.

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