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Advogado explica liminar que autorizou retirada da tornozeleira eletrônica de Ricardo Coutinho

Da Redação. Publicado em 6 de agosto de 2020 às 23:51.

Foto: Paraibaonline

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O advogado Eduardo Cavalcante, afirmou que a defesa do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), alvo de investigação da Operação Calvário do Gaeco do Ministério Público, identificou um excesso nas medidas cautelares e apresentou uma liminar, deferida pelo ministro Gilmar Mendes, que pediu a retirada da tornozeleira eletrônica do ex-governador.

Ele destacou que a tornozeleira apresentou inúmeros problemas e era preciso comparecer à Central de Monitoramento da Penitenciária Hitler Cantalice para a troca do aparelho.

Eduardo considerou, durante entrevista a uma emissora de rádio local, que a constante ida ao presídio para a troca do equipamento de monitoramento eletrônico não é saudável, tendo em vista que estamos vivendo um momento de pandemia do novo coronavírus.

– Foi uma medida liminar concedida pelo ministro Gilmar Mendes e decorre do questionamento que foi feito pela defesa através de um habeas corpus das medidas cautelares que foram impostas no Tribunal de Justiça – colocou.

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