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Dom Dulcênio: “Eucaristia é uma ação humanamente incompreensível, mas possível”

Da Redação com Pascom. Publicado em 11 de junho de 2020 às 22:49.

Fotos: Joaquim Urtiga/Pascom/CG)

Foto: Joaquim Urtiga/Pascom/CG)

A solenidade de Corpus Christi foi celebrada nesta quinta-feira (11) com bastante intensidade na Diocese de Campina Grande.

Cada paróquia buscou com a sua programação oferecer aos fiéis, que acompanharam à distância pelos meios de comunicação social, um momento de louvor e adoração.

Na Catedral Diocesana foram realizadas duas missas: uma pela manhã com a presidência do padre Luciano Guedes, vigário-geral da Diocese, e a outra à tarde, presidida pelo bispo diocesano, Dom Dulcênio Fontes de Matos.

“A Eucaristia é mistério, não porque se pauta em uma ação humanamente incompreensível e divinamente possível, mas por conta da profundidade que tais palavras, gestos e atitudes deixados por Jesus e celebrados na Missa possuem”, proclamou Dom Dulcênio durante a Missa de Corpus Christi.

Este ano, devido à Pandemia, a celebração foi realizada sem a presença dos fiéis. Concelebrou esse momento o padre Luciano Guedes, assistido pelo diácono Ricardo e os seminaristas que prestaram auxílio no serviço litúrgico.

A Missa foi transmitida pelas redes sociais da Diocese e da Catedral e pela Rádio Caturité FM (104.1).

Na homilia, o bispo falou sobre a presença real de Jesus Cristo no Sacramento da Eucaristia. Ele explicou as origens da solenidade e o valor incomensurável da Sagrada Comunhão: “A Mãe Igreja, além de, ininterruptamente, celebrar o Santo Sacrifício da Missa, solenemente, uma vez por ano, ao festejar os Sacratíssimos Corpo e Sangue do Senhor, desde o século XII acentua nesta festividade a presença real de Cristo na Eucaristia e, portanto, a sua adoração”.

Foto: Joaquim Urtiga/Pascom/CG)

Foto: Joaquim Urtiga/Pascom/CG)

Nesse intento, Dom Dulcênio também foi explicando a grande riqueza que é a Missa, onde o Cristo se manifesta por excelência no Sacramento do Altar fazendo-se presente: “É no Pão e no Vinho transubstanciados que contemplamos Jesus em toda a sua glória: a Missa é a concretização do Apocalipse, onde vemos o Cordeiro Imolado no Altar, cercado por uma multidão incontável de anjos e homens. Deus habita entre a humanidade agora mesmo, o Céu nos espera, a Missa nos espera, Jesus nos espera, pois a Missa é o céu na terra”.

Sobre a comunhão, Dom Dulcênio endossou sua catequese ensinando que a Eucaristia é a riqueza insuperável da Igreja, e que sempre o cristão deve ter em primeiríssima importância: “Quem não valoriza o mistério do Corpo e do Sangue de Cristo, cristão não é”.

Após a Santa Missa, o bispo presidiu um momento de adoração e encerrou com a Bênção do Santíssimo Sacramento.

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