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Sebrae Paraíba orienta empreendedores sobre como lidar com a crise do Coronavírus

Da Redação com Ascom. Publicado em 10 de maio de 2020 às 12:07.

Foto: Ascom

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Mercado que, segundo dados da empresa de pesquisas Euromonitor, faturou R$ 24 bilhões no Brasil em 2019, os produtos e serviços para animais de estimação também estão sofrendo os impactos da crise gerada pelo coronavírus.

Para lidar com essa nova realidade, marcada por uma redução do consumo e pela necessidade do distanciamento social, os empreendedores que atuam no setor pet precisam buscar adaptações e novas alternativas como forma de se manterem ativos no mercado e próximos aos clientes.

De acordo com o analista técnico do Sebrae Paraíba, Lhano Osawa, o momento demanda a intensificação do relacionamento com os clientes, criando com eles um vínculo de amizade e confiança. Isso pode ser feito através das redes sociais, dos aplicativos de mensagens e de outros canais de relacionamento.

“Um exemplo é pedir que o cliente mande foto do pet para que a loja poste nas redes sociais dela, colocando como destaque da semana, ou algo assim. Hoje os pets não são considerados apenas ‘bichos’, eles são tratados como ‘filhos’ e os clientes gostam de destacá-los”, explicou o analista, ao pontuar que uma relação de confiança entre o estabelecimento e o cliente é fundamental nesse setor.

Outra dica para os empreendedores que atuam no mercado pet é aproveitar o período para realizar promoções com produtos que não tenham muita saída, ou ofertá-los como um brinde para os clientes.

Além disso, Lhano Osawa destaca que é importante oferecer aos consumidores o serviço de delivery e apresentar ao público inovações em produtos e serviços, estimulando o consumo.

“O empreendedor também deve intensificar o marketing nas redes sociais, divulgando mais a sua marca e cativando novos clientes”, acrescentou.

Já em relação à administração do negócio, a orientação é aproveitar o momento para reorganizar a empresa, observando aspectos como o fluxo de caixa e a gestão do estoque.

“Quanto ao crédito, caso realmente seja necessário, o empreendedor deve analisar de forma sensata as finanças da empresa, solicitando o que realmente precisará, para não sair da pandemia com grandes dívidas”, explicou o analista do Sebrae.

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