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Ex-governador se diz vítima de aliança do ódio instalada pela mídia e adversários

Da Redação de João Pessoa (Hacéldama Borba). Publicado em 23 de maio de 2020 às 17:05.

Foto: Ascom

Foto: Ascom

O ex- governador da Paraíba Ricardo Coutinho (PSB) divulgou um vídeo na internet, neste sábado (23), no qual faz um desabafo sobre as perseguições e acusações que vem sofrendo devido a formação de uma aliança do ódio instalado na Paraíba contra ele, e que neste arco, estão, principalmente, a mídia, os adversários políticos e a própria justiça, com denúncias sem provas.

O gestor ao mesmo tempo em que faz diversas críticas sobre os processos judiciais do Ministério Público, decorrentes da Operação Calvário deflagrada em 14 de dezembro de 2018, (ele foi preso na 7ª fase, mas está solto cumprindo medidas cautelares), afirma está em busca o estado democrático de direito.

Segundo ele, são acusações feitas diuturnamente há mais de um ano contra ele, seus familiares, companheiros de partidos e do seu projeto político implantado no Estado pelo PSB.

Ele destacou a prisão do mandante que foi pago para assiná-lo por R$ 2 milhões e disse que isso se deve as atribuições das denúncias feitas de que ele teria muito dinheiro, quadros de artistas famosos, bens imóveis no Brasil e no exterior, supostamente divulgados em buscas e apreensões do Gaeco.

“Esse tipo de violência vai chamando a atenção da bandidagem, os olhares de criminoso e coloca a minha vida em risco”, refutou o político acrescentando que todas as deduções são espalhadas contra o perseguido e que isso não pode ser considerado justiça.
Para ele, o estado democrático de direito não está sendo observado e que não é possível que a Justiça aja dessa forma.

Ele citou que na Paraíba existe clássico caso de louver feito por setores do Ministério Público, muito embora, não fazia uma generalização até porque conhece pessoas da mais alta valia deste setor e que compreendo a importância das instituições.

Contudo, afirma que essa perseguição contra ele feita através de instrumentos ditos legais não observa provas concretas. “Segue um rito jurídico de investigação, mas infelizmente no Brasil isso está sendo modificado porque ao invés da prova para fazer a condenação, se faz a opção pela espetacularização e convencer de que alguém é culpado mesmo sem ter provas”, enfatizou no discurso.

Ao finalizar a live, Ricardo Coutinho, disse que não se sente intimidado e nem humilhado e que vai exercer o seu direito de cobrar provas de qualquer coisa que seja acusado e mesmo com tanto ódio auferido à sua pessoa, se sente cada vez mais fortalecido para defender o que sempre defendeu.

“Por enquanto, eu quero provas e não narrativas porque qualquer um faz. Essa aliança do ódio é porque eles não têm como falar mal do legado que eu deixei. Então, tem que tentar me destruir com base nisso, mas eu sou daqueles que não se vende e nem se rende. Eu continuo acreditando já justiça e vou continuar até a última instância. Vou sempre defender o estado democrático de direito porque é incompatível com perseguição a quem quer seu seja. Sem isso não há saída”, enfatizou.

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