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Diocese de Campina Grande celebra os seus 71 anos de existência

Da Redação com Pascom. Publicado em 16 de maio de 2020 às 16:37.

Foto: Rafael Augusto/Pascom-CG

Foto: Rafael Augusto/Pascom-CG

No último dia 14 de maio, a Diocese de Campina Grande completou mais um ano de criação, chegando aos 71 anos de missão no planalto da Borborema.

Para comemorar este momento, o bispo diocesano, Dom Dulcênio Fontes de Matos, presidiu a Santa Missa na Catedral de Nossa Senhora da Conceição ao meio dia e concedeu a Benção Apostólica com Indulgência Plenária.

Diferentemente de anos anteriores, devido à pandemia, a Missa foi celebrada a portas fechadas e contou com uma pequena equipe litúrgica, tendo a concelebração do vigário geral, padre Luciano, a assistência do diácono Ricardo Soares e o auxílio dos seminaristas. A celebração foi transmitida pelas redes sociais e pela Rádio Caturité FM (104.1).

Neste dia também, a Igreja celebra a festa litúrgica de São Matias, apóstolo que ocupou o lugar de Judas Iscariotes. Nesse sentido, o bispo introduziu sua homilia falando sobre a eleição do apóstolo e a missão da igreja que se estende até os dias atuais:

“A eleição de Matias manifesta o desígnio de Deus de que a Igreja de Cristo tenha por fundamento ´Doze Colunas´, o Colégio Apostólico. Os doze foram sucedidos, e hoje somos mais de cinco mil e quinhentos bispos no mundo, sucessores dos apóstolos.

Jesus chamou os seus discípulos para que partilhassem com Ele o seu cálice, isto é, a sua vida e a sua missão. Missão que aqui em terras da Borborema se solidificou como Diocese há setenta e um anos passados”, destacou o bispo.

Adiante, Dom Dulcênio falou da preparação da Diocese para a celebração do Jubileu dos 75 anos que acontecerá em 2024, que começa desde então com a execução do Plano Pastoral (2019-2023) alicerçado no Pão Eucarístico, na Palavra, na Caridade e na Missão, apontando para as virtudes teologais: fé, esperança e caridade.

Reservou parte da sua homilia para um justo agradecimento aos clérigos e todo o povo de Deus que ajudaram na missão desta igreja ao longo dessas décadas:

“Não podemos esquecer do grande número de pessoas que se doaram inteira e incessantemente para a vida de nossa Diocese: bispos, sacerdotes, religiosos (as), catequistas, agentes de pastoral, leigos e leigas, enfim homens e mulheres que impulsionados pelo Espirito Santo encarnaram o Evangelho em suas vidas e construíram as belíssimas páginas de nossa história. Assim, assumimos uma atitude de reverência e agradecimento àqueles que construíram e prepararam o nosso presente através de sua existência”, agradeceu Dom Dulcênio.

Foto: Rafael Augusto/Pascom-CG/Pascom-CG

Foto: Rafael Augusto/Pascom-CG/Pascom-CG

Refletindo sobre este tempo difícil de luta contra o novo coronavírus, Dom Dulcênio lembrou da Padroeira desta Diocese, Nossa Senhora da Conceição. Foi recorrendo à intercessão da Virgem Maria que o bispo pediu ânimo e se solidarizou com todos os que perderam seus entes queridos:

“Sobre este momento, recorramos à Virgem da Conceição, Mãe de Deus, e nossa mãe. Ela que muito sofreu mais do que nós sofremos. A Virgem das Dores é a Virgem do Silêncio. Quando Deus silencia, Maria espera. Quando Deus silencia, Maria confia, ainda que com o peito retalhado de dor (como muitas famílias se encontram neste momento com a morte dos seus entes, com as preocupações que envolvem a humanidade, especialmente os pobres). Não desanimemos! Nós temos uma Mãe que intercede junto a seu Filho Jesus e nosso salvador”, refletiu o bispo.

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