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Deputado federal bolsonarista defende saída de Teich do Ministério da Saúde

Da Redação de João Pessoa (Hacéldama Borba). Publicado em 16 de maio de 2020 às 7:55.

Foto: Paraibaonline

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O deputado federal Julian Lemos (Patriota), um dos maiores apoiadores do governo de Bolsonaro defendeu a decisão do médico Nelson Teich do Ministério da Saúde, nesta sexta-feira (15), em pleno avanço da pandemia do coronavírus no país. “Não havia conexão entre eles”, argumentou.

Ele avaliou o caso, porém não se disse surpreendido com a decisão de Teich, uma vez que, o possível sucessor do então ministro Henrique Mandetta, que pediu demissão também do Ministério da Saúde, no último dia 16 de abril, teria que fazer duas coisas: se anular como pessoa, ou seja, não poderia opinar e rasgar o diploma de médico.

“Essa questão de quadro técnico já passou. Isso foi no início do governo. Hoje, o nomeado tem que concordar ipsis litteris com o presidente da República e, se por algum motivo discordar disso, será exposto ao vexame como aconteceu com Nelson Teich semana retrasada, que só soube de uma decisão do presidente através da imprensa”, disse.

O deputado se referiu a autorização de Bolsonaro de reabertura de academias esportivas, barbearias e salões de beleza sob o pretexto de serem atividades essenciais para a saúde da população.

Teich só veio a saber do ato, durante coletiva realizada na segunda-feira (11), no Palácio do Planalto. O ex-ministro se mostrou confuso e com o olhar perdido ao ser informado pela imprensa. Só lhe restou justificar que não era atribuição do Ministério da Saúde decidir sobre esses atos.

Para o deputado não é possível assumir uma pasta complexa como a do Ministério da Saúde, se não há conexão muito próxima entre o que assume e o chefe do Executivo, defendeu o deputado Julian Lemos.

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