Fechar

logo

Fechar

Empresário rebate sindicalista e questiona legitimidade dele no cargo

Da Redação. Publicado em 30 de abril de 2020 às 18:19.

Foto: Ascom

Foto: Ascom

O empresário e presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Campina Grande, Artur Almeida, reafirmou o desejo da abertura do comércio local e disse que a decisão de se abrir ou não é do município, pois o Supremo Tribunal Federal já tinha determinado isso há algumas semanas.

À Rádio Campina FM, Bolinha, como é conhecido, afirmou que Campina Grande está passando por um isolamento comercial, tendo em vista que há muitas pessoas indo ao centro da cidade, em filas de banco, feiras livres, lojas consideradas de serviços essenciais, além de óticas.

Ele ainda ressaltou que apenas as lojas de vestuário e calçados é que estão sem funcionar e que acha injusto apenas esse segmento “estar pagando um alto preço”.

– O isolamento social na prática não existe na cidade. O que há é um isolamento comercial e espero que seja permitido que os demais estabelecimentos possam voltar a funcionar – destacou.

Com relação à manifestação realizada na última segunda-feira, no centro da cidade, o presidente do Sindicato dos Comerciários, José do Nascimento Coelho, emitiu uma nota repudiando o protesto e disse que muitos funcionários estariam ali coagidos a participar da mobilização convocada pelos patrões.

E, apesar de nenhuma entidade ou empresário ter se responsabilizado pela realização do protesto, o presidente da CDL foi ouvido, ainda pela mesma rádio, a respeito da nota emitida pelo Sindicato.

Artur negou que os funcionários estivessem no ato coagidos pelos patrões e criticou Coelho dizendo que ele pratica um sindicalismo antiquado e questionou a legitimidade dele na função.

– Quando Coelho fala é quase sinônimo de mentira. Totalmente fora da realidade. Os comerciários de Campina Grande não se sentem representados por ele, que pratica um sindicalismo altamente ultrapassado, com a mentalidade completamente comunista. Ele é responsável direto pelo fechamento de muitos postos de emprego na cidade e quer que o comércio não abra, então isso pode gerar desemprego – contou.

Ainda Bolinha: “Coelho não trabalha há muitos anos no comércio, tão somente vive da receita do Sindicato e do contracheque do Estado e, assim, fica muito confortável querendo impor aos colaboradores. Graças a Deus os comerciários não se veem representados por ele, porque ninguém gosta dele. Ele é sindicalista de direito, porque está presidente de um sindicato, mas falta a legitimidade de fato. Os comerciários têm que ver isso, porque é uma dúvida se ele tem vínculo com alguma empresa ligada ao comércio de Campina Grande”, criticou.

Share this page to Telegram
Matérias Relacionadas

2018 - Paraiba Online - Todos os direitos reservados.

BeeCube