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Dom Dulcênio: “O pecado é sempre uma agressão à vida”

Da Redação com Pascom. Publicado em 8 de março de 2020 às 21:48.

Foto: Rafael Augusto/Pascom-CG

Foto: Rafael Augusto/Pascom-CG

Reunindo padres, diáconos, seminaristas, autoridades civis, representantes das pastorais, grupos e movimentos da Diocese, a Campanha da Fraternidade foi lançada oficialmente na Diocese de Campina Grande na última terça-feira (03). 

O lançamento ocorreu na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Guia, na cidade de Queimadas.

Partindo de um momento celebrativo, onde foi entoado o Hino da Campanha da Fraternidade, o padre Saulo Rodrigues, responsável pela Comissão das Campanhas na Diocese, abriu o momento fazendo as devidas referências à importância da CF 2020, e desejando que as paróquias possam implementar ações concretas com a campanha deste ano.

Adiante, o seminarista Luís Felipe fez uma reflexão sobre o lema da CF – “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele” (Lc 10,33-34). 

O bispo diocesano Dom Dulcênio Fontes de Matos aludiu em concretas palavras à CF, renovando o convite à participação na Campanha da Fraternidade 2020.

“A Campanha da Fraternidade 2020 convida pessoas, grupos, comunidades e todo o Brasil a ouvir a Parábola do Bom Samaritano, esse texto tão conhecido e compreensível, cujos ecos preenchem a nossa resposta de fé e vida na existência de tantos que carecem da nossa atenção e da nossa ajuda”, frisou o bispo.

Lembrando a relação do tripé quaresmal, o bispo disse ser pertinente mais uma campanha, que lembra todas as demais: “Fazendo justiça ao tripé quaresmal da caridade (ou da esmola), esta Campanha sintetiza todas as demais: ela recolhe as tratativas das suas outras edições ao longo desses quase 60 anos, mostrando que o pecado é sempre uma agressão à vida e, vice-versa, e que toda agressão à vida é sempre pecado”.

Foto: Rafael Augusto/Pascom-CG

Foto: Rafael Augusto/Pascom-CG

Com o anseio de que a CF seja frutífera em todas as paróquias da Diocese, Dom Dulcênio concluiu: “Cultivando-nos num espírito de conversão sincera e profunda pela Campanha da Fraternidade, devemos redirecionar o olhar para o próximo, identificando nele um irmão, comprometendo-nos com ele. Que o constante ver, julgar e agir propostos por esta Campanha da Fraternidade inspire-nos a alteridade em meio a tantas exigências de compromisso com a vida plena para todos”.

Após a locução do bispo, o professor Artur Rodrigues tratou de trazer à tona os objetivos e as propostas da CF, explicando do ponto de vista religioso e social a importância de se voltar à Campanha e com ela se comprometer, uma vez que, ajudando ao próximo é a Cristo que se faz.

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