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Dom Dulcênio: “Que Deus corrija os nossos vícios, eleve nossos sentimentos”

Da Redação com Pascom. Publicado em 27 de fevereiro de 2020 às 8:34.

A Missa da Quarta-Feira de Cinzas dá início a um novo Tempo Litúrgico na Igreja, a Quaresma, um tempo de jejum, penitência e oração que é proposto pela Igreja a fim da santificação dos fiéis em preparação à Páscoa de Nosso Senhor. 

Com esse espírito quaresmal, fiéis católicos participaram na tarde desta quarta (26) da Celebração de Cinzas na Catedral Diocesana de Campina Grande, em missa que foi presidida pelo bispo diocesano Dom Dulcênio Fontes de Matos e concelebrada pelo vigário-geral da Diocese, padre Luciano Guedes.

Fotos: Rafael Augusto e Joaquim Urtiga

Com as frontes marcadas com cinzas, o povo católico reflete neste dia a condição de sua finitude, como nos ensina a fórmula litúrgica: “Lembra-te de que és pó…”. 

Nesse sentido o bispo ensinou aos fiéis que o tempo da Quaresma é um momento para interiorizar-se e buscar redescobrir o significado do batismo, esforçando-se no seguimento a Cristo a partir das práticas quaresmais do jejum e da abstinência.

Dessa forma, o bispo conduziu sua homilia explicando os significados da abstinência e do jejum. A primeira prática, explicou o bispo, consiste em virtude moral que inclina uma pessoa ao uso moderado de comida ou bebida, ditada pela razão correta ou pela fé, para seu próprio bem-estar moral e espiritual.

Ao instruir acerca do jejum, Dom Dulcênio disse ser uma obra de penitência especialmente recomendada pela Sagrada Escritura: “É uma prática que impõe limites ao tipo ou quantidade de comida ou bebida. Para hoje, assim como para a Sexta-Feira Santa, “a lei do jejum permite apenas uma refeição completa por dia” (Constituição Paenitemini, III).”

Após ter conceituados essas duas práticas quaresmais, o bispo desejou ao seu povo uma santa e rica vivência nesta Quaresma: “Pelas penitências da abstinência de carne e do jejum, permitimo-nos que Deus corrija os nossos vícios, eleve nossos sentimentos, fortifique nosso espírito fraterno e nos garanta uma eterna recompensa”.

E dessa forma finalizou: “Com o que nos despojamos, em renúncia, pelo jejum e pela abstinência, somos convidados ao socorro dos irmãos, vivendo a fraternidade sustentada pela caridade com a esmola. Que as práticas quaresmais nos auxiliem no despojamento nosso para sermos mais fortes diante das tentações. Enfim, mais de Cristo. Amém”.

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