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Mesmo contra, pré-candidato do PSL diz que deverá usar fundo eleitoral na campanha

Da Redação. Publicado em 13 de fevereiro de 2020 às 1:20.

Foto: Paraibaonline

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O presidente da CDL de Campina Grande, empresário, pré-candidato a prefeito e presidente do PSL municipal, Artur Almeida, já tem um quadro de vereadores quase definido para a disputa eleitoral deste ano. De acordo com ele, faltam apenas a filiação de algumas mulheres.

– Estou muito otimista com o quadro de pré-candidato a vereadores que estamos montando e será a primeira campanha que vamos enfrentar, que teremos um partido dentro de um número de candidato a vereadores, realmente, expressivo e que vai nos ajudar muito a disseminar nossas ideias e projetos, para que possamos mostrar a toda Campina Grande, o que pensamos para ela – disse.

Durante entrevista à Rádio Campina FM, Artur disse que as propostas que o partido deve seguir para o município estão relacionadas à melhoria da qualidade da saúde pública, retomada do desenvolvimento econômico e geração de pelo menos 10 mil empregos, nos três setores: serviço, comércio e indústria, infraestrutura, entre outras ações.

Ele ressaltou a importância da criação de empregos para que a população não fique à mercê da gestão municipal, que tenha liberdade econômica e exerça à cidadania em plenitude.

O pré-candidato disse que será impossível não usar o fundo eleitoral do partido na campanha, pois, por mais que acredite que dinheiro público deva ser investido em saúde, educação, infraestrutura, assistência social, e em outras áreas, com a mudança na legislação eleitoral, fica inviável fazer a campanha sem que os recursos sejam usados.

– Com a mudança na legislação e proibição da doação privada, você só tem uma forma de fazer campanha, é usando o recurso do fundo eleitoral. O que for disponibilizado será o que vai ser rateado entre os candidatos para que possam investir em material e divulgação. Eu, particularmente, sou redondamente contra financiamento público de campanha, mas se eu não utilizar não terei como fazer, pois, foi vedado a doação privada, além da autodoação. Você só pode doar hoje, para sua própria campanha, 10% do que declarou no imposto de renda – disse.

Ainda na entrevista, Artur disse que a saída do presidente Jair Bolsonaro do PSL foi tão ruim para o partido, quanto para o chefe do Executivo nacional além de que, teria sido um grande prejuízo, politicamente falando, para Bolsonaro estar sem legenda, uma vez que o Aliança Pelo Brasil não estará formado e não elegerá nenhum candidato.

Apesar disso, Bolinha teria observado que algumas pessoas eram, anteriormente, resistentes ao PSL, por causa da presença de Bolsonaro.

Com relação à escolha do nome do candidato a vice-prefeito, o liberal ressaltou que isso deve ocorrer após o mês de abril, quando se acaba o período de filiação, e que deve ser feito baseado nos pensamentos políticos afinados com o dele.

– Preciso de uma pessoa honesta e bem-intencionada. O vice, ou a vice, precisa ser comprometido com os valores e pensamentos para que não venha a atrapalhar a governabilidade – destacou.

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