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Ações permitem ampliação de leitos no Hospital de Trauma de João Pessoa

Da Redação com Secom/PB. Publicado em 27 de fevereiro de 2020 às 23:02.

Foto: Secom/PB

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Com soluções caseiras, sem custos extras e bons remanejamentos, o Governo do Estado da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado da Saúde, conseguiu, em apenas dois meses de administração direta, realizar uma série de mudanças para melhorar o fluxo de atendimento no Hospital Estadual de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa, como por exemplo: ampliação dos leitos, transformação da Pediatria em Complexo Pediátrico, Unidades de Tratamentos Intensivos Clínicos e mais um posto de internação.

O diretor-geral da instituição, Laercio Bragança, explicou que essas mudanças podem ser consideradas um marco na história do Hospital de Trauma.

“Essas alterações internas contribuíram para ampliar leitos, oferecer mais recursos à assistência avançada, além de otimizar o fluxo de pacientes. Como por exemplo, a diminuição no tempo de permanência do usuário, que antes aguardavam até 30 dias para cirurgias. Tivemos idosos, que já entraram na instituição e receberam alta em 72 horas após a cirurgia”, ressaltou.

A partir de agora, a unidade de saúde possui duas Unidades de Terapias Intensivas Clínicas (UTIC I e II), que juntas somam-se 18 leitos de cuidados intensivos.

A UTIC II conta com um leito voltado para cuidados de pacientes em isolamento, com sistema de exaustão, conforme preconizado com a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC/Anvisa).

Toda a equipe médica, de enfermagem e multiprofissional foi redimensionada para prestar melhor atendimento aos pacientes.

O complexo pediátrico do Hospital de Trauma é formado pela Observação Pediátrica, Enfermarias, UTI, consultório médico e uma brinquedoteca com vários recursos e profissionais qualificados. Atualmente tem 22 leitos disponíveis.

A UTI Pediátrica passou a ter três leitos de cuidados intensivos com estrutura de suporte à permanência dos familiares (como novas poltronas), a fim de agilizar o processo de recuperação dos pacientes infantis.

Gratidão e tranquilidade foram as palavras descritas pela dona de casa, Cecília Santos, que está com sua filha internada na instituição.

“O lugar que minha filha mais gosta de estar é na brinquedoteca. Aqui no complexo pediátrico, ela vem recebendo um tratamento igual a de um hospital particular. O difícil é esquecer os momentos dolorosos que passamos, mas essa equipe nos deixa bastante segura e esperançosa para voltarmos a nossa casa”, frisou.

Para dar mais celeridade à fila de cirurgias eletivas, a unidade hospitalar criou mais um posto de internação para pacientes que estão aguardando a realização de procedimentos cirúrgicos ortopédicos.

Para isto, foram disponibilizados 16 novos leitos.

A Área Vermelha se transformou na Sala de Choque, onde a vítima permanecerá por duas horas e as multiespecialidades deverão recomendar a melhor conduta para o paciente.

Já a Área Laranja foi subdivida em dois setores:

1. Sala Laranja – Os pacientes procedentes da Sala de Choque com estado de saúde estável ou que precisem de perfil de UTI;

2. Sala Amarela – recebem vítimas regulares que aguardam vaga nas enfermarias.

A organização do fluxo da emergência do Hospital de Trauma foi realizada conforme o Protocolo de Manchester (um processo de classificação de pacientes implantado com pulseiras de identificação, que definem o grau de urgência).

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