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CRM diz que Trauminha em João Pessoa está irregular e secretário rebate

Da Redação. Publicado em 16 de janeiro de 2020 às 19:18.

Nesta quinta-feira (16), o coordenador de fiscalização do Conselho Regional de Medicina (CRM), João Alberto Morais (foto) disse que a situação do Complexo Hospitalar de Mangabeira Tarcísio Buritiy, o Ortotrauma, conhecido como Trauminha, é de precariedade.

Foto: Divulgação

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– Apesar de ter apresentado pequenas melhoras, ainda é um hospital de muita precariedade. Isso nos traz preocupação por uma razão simples: se o Trauma está ruim e o Trauminha também não é um hospital de boa qualidade, sob o ponto de vista genérico, podemos afirmar que João Pessoa está em uma situação pelo menos perigosa no atendimento à emergência – disse durante entrevista à Rádio Correio FM.

As principais irregularidades constatadas no Trauminha, de acordo com João Alberto Morais, foram problemas estruturais, como paredes mofadas, falta de medicação, cadeiras quebradas, ar condicionado sem funcionar, falta de roupa de cama para os pacientes e falta de segurança no local.

Em resposta ao coordenador de fiscalização, o secretário de Saúde de João Pessoa, Adalberto Fulgêncio, questionou o resultado da vistoria do Conselho. Ele criticou a ausência de relatórios e disse que João Alberto Morais faz juízo de valor e que apresenta uma fala de cunho político.

– Essa fala do doutor Alberto, um fiscal, é uma fala temerária porque ele é médico e representa o Conselho Regional de Medicina. E ele está fazendo uma fala de cunho valorativo e político – afirmou.

O secretário disse que “fica difícil tomar alguma providência”, em relação às supostas irregularidades encontradas pela inspeção do CRM, porque o Conselho não encaminhou relatório para a Secretaria de Saúde nem para as autoridades sanitárias do Estado.

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