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Casos de dengue, leptospirose e doença do beijo são mais comuns no verão. Previna-se

Da Redação com Ascom. Publicado em 25 de janeiro de 2020 às 9:45.

Foto: Ascom

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Verão chegou e neste período em que as pessoas tendem a “aproveitar e relaxar” é também época em que são registrados mais casos de dengue, leptospirose, doença do beijo, bicho de pé, desidratação e intoxicações alimentares.

O médico infectologista do Hapvida em João Pessoa, Fernando Chagas (foto), aproveita essa temporada para falar das doenças de comum ocorrência neste período do ano e as formas de prevenção.

“No Nordeste as doenças de maior prevalência no verão são a dengue, bicho de pé, leptospirose e a doença do beijo. Não podemos esquecer de citar ainda as pessoas que sofrem com a desidratação e intoxicações alimentares”, enumerou o especialista.

O infectologista explica que a dengue e a leptospirose costumam voltar com tudo devido às chuvas de verão associadas ao acumulo de água. Além de o calor favorecer, no caso da dengue, a proliferação do mosquito transmissor, que é o Aedes Aegypti.

Já a doença do beijo, conhecida na infectologia como mononucleose infecciosa, causada por vírus, aumenta a transmissão devido à concentração de pessoas nas praias e shows, consequentemente, aumento das paqueras e beijos.

“Aumenta muito também após o carnaval, onde o pessoal costuma exagerar no consumo de bebidas alcoólicas e ‘namorar’ mais e com mais paceiros”, destaca.

Identificando a doença – O infectologista Fernando Chagas ressalta que os sintomas da dengue e da leptospirose são bem semelhantes, como: dor de cabeça, muscular e no corpo, além de fraqueza.

No caso da leptospirose é possível ainda identificar os olhos mais amarelados e problema renal. Para a doença do beijo os sintomas são dor de garganta, com tosse seca e aumento dos gânglios na região do pescoço, que caracterizaria a mononucleose.

Alerta – O especialista faz algumas recomendações com o intuito de evitar algumas dessas doenças tão comuns no verão.

“É muito importante as pessoas beberem mais água, principalmente os idosos, que podem nem sentir tanta sede. Evitar molhar-se ou pisar em águas paradas, evitar muito tempo em grandes aglomerados, e ter cuidado com as ‘aventuras’ de verão. Jamais esquecer do preservativo e, em caso de sinais e sintomas, procurar atendimento médico”, orienta e conclui.

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