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Programa ‘Meu Padrinho Legal’ é lançado em Campina Grande

Codecom/CG. Publicado em 4 de dezembro de 2019 às 16:19.

Foto: Codecom/CG

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A Vara da Infância e Juventude de Campina Grande, em parceria com a Prefeitura Municipal de Campina Grande, através da Secretaria de Assistência Social (Semas), lançou na manhã desta terça feira, 03, o Programa Meu Padrinho Legal, que faz parte do Núcleo de Apadrinhamento Sorriso Infanto-juvenil.

O evento aconteceu no auditório do Ministério Público e contou com apresentações culturais, das crianças e adolescentes do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) e da Unidade de Acolhimento Institucional – Casa da Esperança I.

Durante o lançamento do programa, o secretário Tovar Correia Lima, representou o prefeito Romero Rodrigues.

De acordo com o juiz de Direito Auxiliar da Vara da Infância e Juventude de Campina Grande, Dr. Hugo Zaher, o apadrinhamento surge como uma possibilidade de participação da sociedade civil na efetivação dos direitos das crianças e adolescentes em situações de acolhimento institucional.

O apadrinhamento consiste em apoio em várias modalidades, seja afetivo, financeiro e social.

A Secretaria de Assistência Social de Campina Grande mantém três unidades de Acolhimento Institucional. A Casa da Esperança III, recém inaugurada pelo prefeito Romero Rodrigues, atendem crianças de 0 a 6 anos.

E as Casas da Esperança I e II, que atentem meninos e meninas de 07 a 18 anos e funcionam como morada promissória até que essas crianças e adolescentes possam retornar ao convívio familiar, sejam encaminhadas para famílias provisórias ou alcancem sua autonomia.

Foto: Codecom/CG

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As Casas I e II serão beneficiadas pelo projeto de Apadrinhamento, um vez que ele é exclusivo para crianças maiores de oito anos, ou para menores com algum tipo de deficiência, ou para grupo de irmãos.

Para Eva Gouveia, Secretaria da Assistência Social do município, um novo capítulo passará a ser escrito na história dos meninos e meninas acolhidos em Campina Grande.

“Eles terão uma nova oportunidade de serem inseridos na sociedade, com a permissão de conviver com grupos e em família, através do seu ‘Padrinho’, a convivência familiar e social, permitindo um crescimento sadio. É um direito que será garantido com o apoio de todos”, desatou Eva.

Modalidade de Apadrinhamento – O Apadrinhamento Afetivo – O padrinho ou madrinha mantém uma relação e um vínculo afetivo com a criança ou adolescente a quem deseja cuidar, brincar, e apoiar o projeto de vida e etc.

Podem realizar visitas nas unidades de acolhimento institucional, como também leva-lá para sua casa nos finais de semana, férias ou feriados.

Apadrinhamento Financeiro – Em situações onde o padrinho ou madrinha oferece recursos financeiros e suporte material a criança ou adolescente.

Seja através de patrocínio de cursos profissionalizantes, reforço escolar, prática esportiva, assim como contribuição mensal, para a unidade ou uma criança específica.

Apadrinhamento Social – Nesta modalidade o padrinho prestador de serviços se cadastra para atender às necessidades da criança ou adolescente, de acordo com a sua especialidade de trabalho, como por exemplo serviço de saúde, aula de dança, esporte, etc.

Lembrando que para participar de qualquer modalidade de apadrinhamento é preciso fazer um cadastro na Vara da Infância e Juventude, onde o interessado será acompanhado pela equipe técnica de psicólogo, pedagogo e assistente social, até serem aptos a participar do Núcleo de Apadrinhamento Sorriso Infanto Juvenil.

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