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Principal entrave na doação de órgãos em Campina Grande é a negativa familiar

Da Redação. Publicado em 3 de dezembro de 2019 às 22:31.

O coordenador da Central de Transplantes do Hospital de Trauma de Campina Grande, Caio César Quintas, falou sobre a doação de órgãos, que é o ato pelo qual se manifesta a vontade de doar uma ou mais partes do corpo para ajudar no tratamento de outras pessoas.

Durante entrevista concedida a uma emissora de rádio local nesta terça-feira (3), Caio informou que o principal motivo para a não doação de órgãos na cidade é a negativa familiar.

– Na tentativa de se realizar uma doação de órgãos é crucial que exista autorização da família. Sem essa autorização o processo de doação não pode acontecer. Percebemos ao longo dos meses uma taxa de negativa familiar relacionada ao processo de transplante extremamente alta. Então, 70% das famílias que tinham parentes que acabava no contexto de morte encefálica não aceitavam a doação – disse.

Uma das razões para a recusa dos parentes em doar órgãos é a falta de conhecimento sobre o que é a morte encefálica, que é a interrupção irreversível das atividades cerebrais.

A doação pode ser de órgãos como rim, fígado, coração, pâncreas e pulmão ou de tecidos como córnea, pele, ossos, válvulas cardíacas, cartilagem, medula óssea e sangue de cordão umbilical.

A doação de órgãos como o rim, parte do fígado e da medula óssea pode ser feita em vida.

As pessoas que desejam ser doadoras devem informar esse desejo a seus familiares.

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