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Dom Dulcênio: o maior presente que se pode dar aos mortos é a oração

Da Redação com Pascom. Publicado em 3 de novembro de 2019 às 11:28.

Foto: Pascom/CG

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Um dia santo para todos os católicos, um dia em que a liturgia reserva especial atenção para a comemoração a todos os fiéis defuntos.

Na manhã deste sábado (2), no cemitério Campo Santo Parque da Paz, no distrito industrial, o bispo diocesano Dom Dulcênio Fontes de Matos celebrou a Missa em memória dos falecidos.

A celebração ocorreu na Capela Pax Domini, que fica nas dependências do cemitério, e teve como concelebrante o Padre Leonildo, contando com a presença do Diácono Marcelo que auxiliou os serviços litúrgicos, além de reunir seminaristas e uma grande quantidade de pessoas que foram rezar e visitar os túmulos de seus entes queridos.

“É inadmissível que afunilemos o sentido de nosso existir a este presente, sujeito a tantas circunstâncias por vezes difíceis, pesarosas. E quem nos garante tão alta valia? O próprio Senhor, que disse: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem Crê em mim, ainda que tenha morrido, viverá, e todo aquele que vive e crê em mim, jamais morrerá”.

Foi extraindo um trecho do Evangelho de João que Dom Dulcênio desenvolveu sua homilia.

Ao fazer menções a Santo Agostinho e São Francisco, o Bispo lembrou que a vida vale a pena ser vivida em Deus, e que é preciso desapegar-se ou ‘morrer’ para as coisas que afastam a criatura do criador.

Foto: Pascom/CG

Foto: Pascom/CG

Ele refletiu também sobre a importância de visitar os cemitérios e ali meditar na fé pascal do Ressuscitado; do contrário, este dia (2) resume-se apenas em lembranças, tristeza e saudade.

A partir da Páscoa de Jesus Cristo, nasce uma nova relação entre a vida e a morte – a esperança na vida eterna! Esse é o sentido da comemoração do Dia de Finados e nesse intento o Bispo de Campina Grande falava sobre o ápice da fé cristã, que está na Eucaristia, o sustento, o Pão da vida.
Ainda segundo Dom Dulcênio, o maior presente que se pode dar aos mortos é a oração, é um pedido de intenção na Santa Missa.

“Sufraguemos, neste dia da comemoração dos fiéis defuntos, com a sublimíssima prece eucarística, a Igreja de Deus padecente no Purgatório, crendo que, purificadas, as almas dos que ali se acham gozarão das eternas alegrias dos bem aventurados”, acentuou o bispo.

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