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Colunista comenta sobre o futuro e os desacertos da Operação Lava Jato

Da Redação. Publicado em 8 de novembro de 2019 às 19:59.

O fato incontroverso é que a ´Lava Jato´ já havia sido gravemente ferida com a divulgação de mensagens (injustificáveis) entre os seus membros, via redes sociais (o chamado Vaza Jato).

Com essa decisão do Supremo, a operação tende a definhar de vez em intensidade, até porque o efeito colateral da posição da Corte praticamente neutraliza a concretização das chamadas ´colaborações´ (delações) premiadas.

Parece razoável supor que sem os vazamentos, o respaldo popular da ´Lava Jato´ ecoaria com maior intensidade perante os ministros do Supremo.

É um ciclo que se fecha, e novamente vamos ficar, enquanto nação, devendo à história a virada de página numa trajetória marcada (e maculada) pela impunidade, no uso (e abuso) da máxima perversa de que os meios justificam os fins.

E, nesse caso concreto, a máxima se aplicou aos dois campos antagônicos. Criminosos e representantes do Poder Público parecem ter compartilhado, cada um à sua maneira, instinto e/ou conveniência, dos excessos que afrontam e torpedeiam uma coletividade.

Aprendamos o ensinamento do insuperável dramaturgo inglês William Shakespeare: “Não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito”.

*fonte: coluna Aparte, assinada pelo jornalista Arimatéa Souza e publicada no paraibaonline.com.br

Para ler a coluna inteira, acesse aqui:

https://paraibaonline.com.br/aparte/era-uma-vez/

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