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Ministro do Turismo é denunciado pelo MP por candidaturas-laranja do PSL

Da Redação. Publicado em 4 de outubro de 2019 às 16:32.

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio (PSL), foi denunciado na tarde desta sexta-feira, 4, pelo Ministério Público Eleitoral de Minas Gerais, por três crimes envolvendo candidaturas-laranja do partido nas eleições de 2018.

Os crimes são de falsidade ideológica, associação criminosa e apropriação indébita eleitoral.

Outras dez pessoas também foram denunciadas. O processo está em segredo de Justiça.

A Polícia Federal indiciou o ministro nesSa quinta-feira (3) pelos crimes de omissão na prestação de contas eleitoral e associação criminosa.

Conforme dados das investigações sobre as candidaturas-laranja do PSL em Minas Gerais, o partido inscreveu mulheres como candidatas sem a intenção de que elas fossem eleitas.

Tudo isso devido a decisão do Tribunal Superior Eleitoral  de que pelo menos 30% dos recursos do fundo eleitoral devem ser destinados para candidaturas de mulheres.

Marcelo, que na época das eleições de 2018 era presidente estadual do PSL de Minas, foi citado em depoimentos na investigação sobre o uso de candidaturas femininas para desviar a verba eleitoral no estado.

Veja a lista de denunciados:

Camila Fernandes – acusada de ser candidata-laranja

Debora Gomes – acusada de ser candidata-laranja

Haissander de Paula – ex-assessor do ministro quando ele era deputado federal, preso em junho deste ano

Irineu Inacio da Silva – deputado estadual em Minas pelo PSL – conhecido como Professor Irineu

Lilian Bernardino – suspeita de ser candidata-laranja

Marcelo Álvaro Antônio – ministro do Turismo

Mateus Von Rondon – assessor especial do ministro, preso em junho deste ano

Marcelo Raid Soares – dono de duas empresas gráficas em Belo Horizonte

Naftali Tamar – suspeita de ser candidata-laranja

Roberto Silva Soares – Assessor do ministro e coordenador de campanha de Camila, Débora e Naftali, preso em em junho deste ano

Reginaldo Donizeti Soares – irmão de Roberto Silva Soares, sócio de duas empresas que prestaram serviço eleitorais às candidatas investigadas

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