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Aumenta a apreensão de LSD e ecstasy em Campina Grande

Da Redação. Publicado em 9 de outubro de 2019 às 19:24.

Foto: Reprodução/internet

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“Drogas sintéticas, que eram raríssimas aqui na cidade, as apreensões vêm ocorrendo com mais intensidade”, disse durante entrevista concedida a uma emissora de rádio local o delegado de Repressão a Entorpecentes de Campina Grande, Ramirez São Pedro, sobre o tráfico de drogas no município.

Segundo o delegado, as drogas que têm sido mais apreendidas são LSD, que desenvolve nos usuários, quadros psicóticos, e o ecstasy, que pode causar durante o uso em longo prazo lesões nas células nervosas irreversíveis.

– Recentemente, fizemos uma apreensão que o comprador conseguia essas drogas via Correios do Rio Grande do Sul. Não é o único estado que fornece para cá. Esses jovens por vezes se sentem, como eles mesmo dizem, apenas usuários e repassam para colegas. Existe uma diferenciação entre o uso para o tráfico de drogas, do risco que correm de ser justamente enquadrados como traficantes – disse Pedro.

De acordo com o delegado, a legislação é frágil referente a diferenciação do traficante para o usuário de drogas em possíveis flagrantes.

– Não há um critério objetivo para diferenciar entre o traficante e o usuário. O artigo 28 e 52 da lei nº 11.343/2006, que é a atual lei de drogas, fala que o juiz e também o delegado na hora da autuação deve se ater a alguns critérios subjetivos, por exemplo, a natureza, a quantidade da droga, as circunstâncias da ação, os objetos apreendidos, os antecedentes do flagrado, as condições sociais e econômicas daquela região onde foi apreendida. Por isso, é importante uma investigação, esse tipo de diferenciação fica mais difícil em abordagens rotineiras –concluiu.

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