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Presidente da CMCG se opõe à criação de comissão para estudar caso de vereador preso

Da Redação*. Publicado em 5 de setembro de 2019 às 9:37.

O vereador Galego do Leite (Podemos) pediu à Câmara de Vereadores que seja criada uma comissão de ética para analisar a situação do vereador Renan Maracajá (PSDC), envolvido nas investigações da ‘Operação Famintos’, sugerindo que se amplie a licença de 15 dias para 121 dias, que resultaria na cadeira sendo ocupada pelo suplente, ou, que o vereador renuncie ao cargo.

Foto: Paraibaonline

Foto: Paraibaonline

A presidente da CMCG, vereadora Ivonete Ludgério (PSD), em entrevista concedida à Rádio Caturité, nessa quarta-feira, 4, declarou que não intenciona abrir uma comissão de ética com esse intuito e acrescentou que os atos questionados pelas investigações estão ligados à empresa de Renan e não ao papel de vereador.

– Quando se cria uma comissão de ética para uma só finalidade, não é comissão de ética, é inquisição. O que o vereador Renan está passando nada tem a ver com a Câmara Municipal, eles está respondendo a uma investigação por conta do Renan empresário, não houve nenhum tipo de problema na Câmara, nós vamos aguardar – afirmou.

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