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Deputados rejeitam requerimento que pedia de exoneração de secretário do Governo

Da Redação de João Pessoa (Hacéldama Borba). Publicado em 17 de setembro de 2019 às 21:00.

Foto: Paraibaonline

Foto: Paraibaonline

Por maioria de votos, os deputados rejeitaram durante a sessão desta terça-feira (17), o pedido de requerimento do deputado Wallber Virgolino (Patriota), solicitando que encaminhassem ao governador João Azevedo (PSB), a exoneração do jornalista Nonato Bandeira do cargo de secretário de Comunicação Institucional do Governo do Estado.

O pedido foi em decorrência de uma denúncia do Ministério Público, por meio do o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), que investiga grupo suspeito de causar prejuízo de R$ 49 milhões à Prefeitura de João Pessoa. O nome do secretário estava na relação dos investigados.

O deputado justifica que seria um contrassenso manter no governo alguém envolvido com a Operação Calvário.

Vários deputados apartearam a votação justificando seus posicionamentos a respeito do pedido, a exemplo do deputado Bosco Caneiro (PPS), que disse que o requerimento está em desacordo ao princípio constitucional da presunção de inocência até que seja provado o contrário.

Acostaram-se à fala deBosco, Drª Paula, Lindolfo Pires (Podemos) Manoel Ludgério (PSD), João Henrique (PSDB) e Wilson Filho (PTB), que afirmou ainda que não há nenhum respaldo jurídico ou técnico que coloque a opinião de Wallber como válida no processo jurídico.

Wallber Virgolino sofreu também outra derrota em relação a um requerimento para que fosse encaminhado ao gabinete do deputado federal Gervásio Maia, solicitando o desligamento de Coriolano Coutinho, irmão do ex-governador Ricardo Coutinho.

A matéria foi rejeitada por maioria com abstenção dos votos dos deputados João Henrique, Camila Toscano, Jutay Meneses e de Tovar Correia Lima, que para ele não se tem como prejulgar qualquer que seja a pessoa da sociedade antes da justiça fazer o seu papel.

“Eu me abstenho da votação para não gerar um fato político, assim como gostaria de ter feito no requerimento que solicita a exoneração de Nonato Bandeira, mas terminei votando a favor por distração de uma conversa. Eu nuca fiz política por casuísmo. Eu sou muito justo. Ainda há um objeto de investigação. Nós já tivemos a oportunidade de fazermos a defesa de deputados que foram investigados e depois inocentados, ou se quer o Ministério Público denunciou”, esclareceu o tucano.

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