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Ativista considera lei que proíbe exposições em CG patrulhamento de obras artísticas

Da Redação*. Publicado em 11 de setembro de 2019 às 8:16.

A coordenadora da Mostra Nacional de Dança do Festival de Inverno de Campina Grande, ativista cultural Myrna Agra Maracajá, opinou, durante entrevista concedida a uma emissora de rádio, sobre a lei que proíbe exposições artísticas ou culturais com teor pornográfico e vilipêndio a símbolos  religiosos  sancionada em Campina Grande.

A lei, que é de autoria do vereador Sargento Neto, também proíbe fotografias, textos, desenhos, pinturas, filmes e vídeos expondo ato sexual e performance com artistas nus em espaços públicos da cidade.

Foto: Reprodução

– A lei que versa sobre a proibição de obras artísticas que tratariam, de acordo com o texto da lei, sobre conteúdo pornográfico e de símbolos religiosos, deixa margem para muitas dúvidas e questões. A primeira delas é definir o que é pornografia. Pelo texto da lei, a nudez seria pornografia. O ato sexual também é citado como pornografia. A outra questão é com relação ao uso dos símbolos religiosos, que também precisa definir critérios, porque nem toda aparição de símbolo religioso é de cunho desrespeitoso. Fica a discussão desse “patrulhamento” sobre as obras artísticas – disse Myrna.

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